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sábado, 18 de janeiro de 2014

{Pesquisas} Google desenvolve lente de contato inteligente para diabéticos

Fonte : O Globo

lentesSAN FRANCISCO e RIO - Esqueça o Google Glass - a empresa de internet desenvolve no momento uma tecnologia “vestível” para os olhos muito mais complexa e útil para os usuários. A Google informou na quinta-feira que está testando um novo método para que diabéticos monitorem seus níveis de açúcar no sangue usando uma lente de contato equipada com microchips e uma antena.

A empresa disse que um protótipo de sua lente de contato inteligente é capaz de gerar uma leitura do nível de glicose de uma lágrima a cada segundo, com o potencial de substituir a necessidade que pacientes com diabetes têm de furar os dedos para testes com gotas de sangue ao longo do dia.

As versões em miniatura do chip wireless e o monitor de glicose do aparelho ficam localizadas entre as duas camadas das lentes. A companhia também contou que planeja introduzir no equipamento lâmpadas de LED minúscula que se acenderiam para indicar que o nível de glicose recomendado foi ultrapassado.

“Estamos conversando com a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, em inglês), mas ainda há muito trabalho à frente para transformar essa tecnologia em um sistema que as pessoas possam usar”, disse a Google em publicação no seu blog oficial. “Estamos ainda no estágio inicial dessa tecnologia, mas já concluímos uma série de estudos médicos que ajudarão a refinar nosso protótipo.”

A empresa disse que planeja encontrar parceiros “que são especialistas em levar produtos como este ao mercado”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/google-desenvolve-lente-de-contato-inteligente-para-diabeticos-11327369#ixzz2qlFwGKT3
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Teste de vacina contra diabetes tipo 1 é bem-sucedido

E as pesquisas continuam…

Reportagem da Veja (Clique aqui para ler)

 

Teste de vacina contra diabetes tipo 1 é bem-sucedido

Pesquisadores encontraram uma forma segura de 'ensinar' o sistema imunológico do paciente a não atacar as células produtoras de insulina, problema que caracteriza a doença. Uso clínico da vacina, porém, pode demorar

Meningite B: a vacina 4CMenB será a primeira usada na prevenção da doença

Pesquisadores encontram caminho para tornar possível uma vacina que ajude pessoas com diabetes tipo 1 (Thinkstock)

Uma equipe de pesquisadores parece ter conseguido desenvolver uma vacina capaz de domar o sistema imunológico de uma pessoa de forma a evitar que ele passe a atacar e destruir as células que produzem insulina – quadro que caracteriza o diabetes tipo 1. Ainda em testes iniciais, a vacina, caso prove ser eficaz e segura em estudos futuros, poderá ser a solução para retardar ou até mesmo evitar a doença. As descobertas foram publicadas nesta quarta-feira no periódico Science Translational Medicine.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, ou seja, que ocorre quando o sistema imunológico do paciente passa a atacar o próprio organismo. No caso dessa condição, o sistema de defesa reconhece como inimigo e ataca células que produzem a insulina, hormônio que ajuda a glicose a sair da corrente sanguínea e entrar nas células, controlando a taxa de açúcar no sangue. Pessoas com essa doença precisam controlar seus níveis de glicose várias vezes ao dia, além de repor a insulina no organismo.

A busca por uma vacina que consiga controlar o sistema imunológico e evitar que ele ataque essas células não é algo recente. Segundo esse novo artigo, cientistas estudam uma forma de tornar isso possível há mais de 40 anos. Na maioria das tentativas, o que ocorreu foi que a terapia atacou todo o sistema de defesa do indivíduo, fragilizando a saúde do paciente e o tornando mais propenso a outras doenças, como o câncer, por exemplo.

Ação específica — A nova pesquisa foi feita por especialistas de instituições como a Universidade Leiden, na Holanda, e a Universidade Stanford, Estados Unidos. Segundo os autores, a vacina desenvolvida por eles é feita a partir de um pedaço de DNA geneticamente modificado para conter a resposta imunológica à insulina. A vacina foi criada para destruir apenas as células do sistema imunológico que são prejudiciais, deixando o restante do sistema de defesa intacto.

Segura e eficaz — O teste da vacina envolveu 80 pessoas maiores do que 18 anos com diabetes tipo 1 que faziam tratamento com injeções de insulina. Parte delas recebeu doses dessa vacina e o restante, de placebo. Após 12 semanas recebendo uma dose de vacina ou placebo semanalmente, os pacientes do grupo da vacina ativa apresentaram sinais de que seu corpo estava preservando algumas das células produtoras de insulina no pâncreas sem efeitos adversos. Além disso, a nova vacina diminuiu o número de células do sistema de defesa responsáveis por matar as produtoras de insulina.

Lawrence Steinman, um dos autores do estudo, admite que a vacina está longe de ser comercializada, mas acredita que esses resultados são suficientes para que um estudo maior em torno do tratamento seja realizado futuramente. A ideia é que a vacina seja testada em 200 pessoas com diabetes tipo 1 para avaliar se ela pode parar a progressão da doença em pacientes jovens antes mesmo de a condição ter causado um dano maior à saúde.

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Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/teste-de-vacina-contra-diabetes-tipo-1-e-bem-sucedido

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Células-tronco ajudam a combater tipo perigoso de diabetes

Reportagem que passou essa semana no jornal nacional sobre as pesquisas em Ribeirão Preto com Diabetes 1…

Assista ao Vídeo com esse link: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/01/celulas-tronco-estao-ajudando-combater-tipo-perigoso-de-diabetes.html

 

Células-tronco ajudam a combater tipo perigoso de diabetes

Na infância e na juventude, quando a gente começa a descobrir os sabores da vida, é que a diabetes tipo 1 costuma se manifestar.

“O prazer do ser humano é a comida. Tirar da pessoa o prazer de comer é ruim”, comenta o administrador de empresas Miguel Bimageretas.

Miguel Bretas e o biomédico Rodrigo Ribeiro da Silva iam passar a vida tomando várias doses de insulina todo dia. Eles preferiram se oferecer para participar de um estudo pioneiro.

“A possibilidade de tentar resolver um problema foi maior do que qualquer medo que eu tinha”, conta Rodrigo.

A opção era um teste com células-tronco para diabetes 1, o tipo mais perigoso da doença, em que as células de defesa do corpo agridem o pâncreas, onde é fabricada a insulina. Este hormônio é essencial porque faz o corpo usar o açúcar que comemos para gerar energia.

O primeiro teste no mundo com células-tronco para diabetes tipo 1 foi realizado em Ribeirão Preto em 2003. Os pacientes recebem acompanhamento até hoje.

No Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto o combate ao  diabetes começa com uma operação de segurança: o paciente fica isolado em uma unidade especial. Antes do isolamento, o sistema imunológico dele é zerado por uma quimioterapia. Depois que o sistema de defesa do corpo é desligado, o paciente recebe uma aplicação na veia de células-tronco tiradas do seu próprio sangue. Elas vão formar a nova tropa de defesa do corpo.

“A célula-tronco que usamos vem para regenerar um novo sistema imunológico, que a gente quer que seja livre de vícios e que esse novo sistema imunológico não agrida o pâncreas do próprio paciente”, esclarece o médico Carlos Eduardo Couri.

A terapia é  um desafio para pacientes e médicos. “Como oferecer para ele um procedimento com quimioterapia para uma doença que não é câncer?”, questiona Belinda Simões, coordenadora da pesquisa no Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto.

“É um ataque grande. Eu tive todos os efeitos colaterais: perdi cabelo, perdi peso. Mas hoje, fazendo uma síntese de tudo que aconteceu, valeu a pena”, afirma Miguel Bretas.

A maioria dos 25 voluntários que participaram do teste ficou vários anos sem tomar qualquer remédio.

“Para um diabético tipo 1, ficar seis anos sem tomar nenhuma medicação nem insulina é inédito na pesquisa”, comenta Rodrigo Ribeiro da Silva.

O estudante de medicina Renato Luís Silveira teve um dos melhores resultados do estudo: sete anos sem tomar insulina. “Se eu tiver algum problema no futuro, acho que vai ser menos do que em uma pessoa que nunca fez tratamento”, comenta.

O estudante ainda controla a alimentação, mas se  permite alguns prazeres. “Eu deixo para comer doces no fim de semana”, conta.

“Mesmo que não usemos o termo cura, deixá-lo com nenhuma insulina ou pouca insulina, uma alimentação saudável e atividade física regular já é um grande avanço”, ressalta o médico Carlos Eduardo Couri.

“O desafio neste momento é saber por que um continua oito anos livre de insulina e o outros só ficou dois anos livre de insulina”, diz Belinda Simões.

O segundo teste já começou e deverá envolver ao todo 50 ou 60 voluntários e quatro equipes de pesquisadores em Ribeirão Preto, Chicago, nos Estados Unidos, Paris e em Sheffield, na Inglaterra.

“Normalmente, o Brasil importa pesquisas. Nós somos bons executores de pesquisa e, desta vez, estamos criando para exportar conhecimento”, finaliza Carlos Eduardo Couri.

Assista o Vídeo com esse link: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/01/celulas-tronco-estao-ajudando-combater-tipo-perigoso-de-diabetes.html

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A SBD quer conhecer quem usa bomba de insulina no Brasil.

 

Essa reportagem saiu hoje no site da SBD e achei interessante postar aqui para que os usuários de Bomba de insulina possam “instigar” os seus médicos a participarem da pesquisa… Eu já enviei para a Nossa Médica, Dra Susana Chen!!!!! Achei super interessante a iniciativa!!!!

A SBD quer conhecer quem usa bomba de insulina no Brasil.

(Fonte: http://www.diabetes.org.br/sala-de-noticias/2108-a-sbd-quer-conhecer-quem-usa-bomba-de-insulina-no-brasil)

Idealizado pela Dra. Ana Claudia Ramalho (BA), hoje Coordenadora, este estudo para conhecimento do Perfil dos pacientes em uso de bomba de insulina no Brasil objetiva caracterizar os pacientes em uso de bomba de insulina sob alguns aspectos, como por exemplo: indicação, vantagens, desvantagens, dificuldades na terapia, utilização dos recursos da bomba, meios de obtenção do produto, efeitos no controle entre outros dados.

Iniciado como um relato de experiência da Dra. Ana Claudia Ramalho o estudo tomou forma com a união de colegas com experiência no uso de bombas de insulina que constituíram o grupo de nome GESICI(Grupo de Estudo do Sistema de infusão Contínua de Insulina) representando diferentes regiões do país. Na atualidade  temos mais de 350 pacientes incluídos no estudo e o mesmo é patrocinado pela Sociedade Brasileira de Diabetes por sugestão do atual Presidente Dr. Balduino Tschiedel.

A Sociedade Brasileira de Diabetes está convidando a todos os colegas que tenham pacientes em uso de bombas de insulina a participarem do Estudo.  

O Estudo é relativamente simples e corresponde ao preenchimento de questionário, após assinatura do termo de livre consentimento.  O Paciente pode preencher no papel – enviado pela SBD - ou em arquivo por email, e devolver da mesma forma facilitando muito o trabalho. Informações adicionais e solicitações para participação podem ser feitas à Secretaria da SBD pelo e-mail: secretaria@sbd.org.br   As informações serão enviadas para os médicos que solicitarem e que tenham interesse em participar do estudo.

Veja mais detalhes nesta entrevista com o Dr. Walter Minicucci:

domingo, 27 de março de 2011

Tratamento do diabetes Tipo 1 sem insulina. Um futuro que pode estar bem próximo

 
A descoberta de um novo hormônio pode mudar a forma de tratar o diabetes tipo 1, ao excluir a insulina, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

A pesquisa mostrou que outro hormônio, chamado de fator de crescimento fibroblástico 19 (FGF19), tem características semelhante à insulina, além do seu papel na síntese dos ácidos biliares.

Ao contrário da insulina, no entanto, o FGF19 não causa excesso de glicose que pode se transformar em gordura, sugerindo que sua ativação possa levar a novos tratamentos para o diabetes ou obesidade, como explica David Mangelsdorf, presidente de Farmacologia da Universidade do Texas.

A descoberta fundamental é que há um caminho que existe e que é necessário para o corpo, após uma refeição, para armazenar glicose no fígado e síntese de proteína da unidade. Esse caminho é independente da insulina.

O crescimento fibroblástico controla o metabolismo dos nutrientes que são liberados pela absorção dos ácidos biliares no intestino delgado. Estes, por sua vez, produzidos pelo fígado, quebram as gorduras no corpo.

Com isso, Mangelsdorf e o coautor do estudo Steven Kliewer, esperam colaborar com novos tratamentos para o diabetes fora da terapêutica com insulina. O tratamento padrão para o diabetes tipo 1 envolve tomar insulina várias vezes ao dia para metabolizar o açúcar no sangue.

Para chegar a esses resultados, os pesquisadores estudaram ratos que não tinham o hormônio FGF15 - equivalente ao hormônio FGF19.

Esses ratos, depois de comer, não poderiam manter adequadamente as concentrações de glicose no sangue e quantidades normais de glicogênio hepático. O glicogênio é uma forma de armazenamento de glicose encontrado principalmente no tecido hepático e muscular. Portanto foram injetados neles uma quantidade de FGF19 para avaliar seus efeitos sobre o metabolismo no fígado. Como resposta, o hormônio restabeleceu os níveis de glicogênio nos ratos. E quando administrado em ratos diabéticos, o FGF19 também corrigiu a perda de glicogênio.

Fonte: R7

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Diabetes pede bom acompanhamento da tireóide

Diante de tantas discussões nesses dias sobre a "aposentadoria" do Ronaldo do futebol colocando-se como uma das causas a descoberta do hipotiroidismo, achei que o assunto vinha bem a calhar!!!

Fazemos sempre os exames de Tireóide com Julia... Ela já tem um fator hereditário bem grandinho, e juntando com o Diabetes... É sempre bom ficarmos atentos!!!

As doenças da tireóide são bastante comuns em mulheres a partir dos 35 anos e podem surgir com maior facilidade em pessoas portadoras de diabetes ainda na fase infantil, porque algumas dessas doenças, assim como o diabetes tipo 1, têm causas imunológicas, explica a médica Márcia Nery, da equipe de diabetes do Hospital das Clínicas de São Paulo. 
A tireóide é uma glândula situada na região do pescoço que produz as tiroxinas (T3 e T4), hormônios que estão envolvidos em várias funções regulatórias do organismo, como a manutenção da temperatura, por exemplo. Entre as doenças mais comuns da tireóide, a tireoidite crônica é uma inflamação dessa glândula que pode levar a hipotireoidismo .Às vezes, em vez de uma doença imunológica com hipofunção da tireóide, aparecem anticorpos estimuladores e então ocorre o hipertireoidismo.
Os sintomas do hipotireoidismo – quando a glândula produz hormônio em baixa quantidade – são pele seca, raciocínio lento, sono e intestino preso e um pequeno ganho de peso. É comum acreditar que a causa da obesidade de muitas pessoas é o hipotireoidismo , mas a endocrinologista afirma que isso é um falso mito.
No hipertireoidismo, quando a produção do hormônio é maior do que o normal, a pessoa passa a apresentar taquicardia, sudorese, perda de peso e, eventualmente, elevação de pressão arterial sistólica. Tanto no hiper como no hipotireoidismo, o tratamento é feito basicamente com medicamentos que podem ser utilizados sem receio pelo diabético, porque não interferem no comportamento da glicemia.
“No hipotireodismo, o tratamento é para sempre, não há como dispensar a medicação; mas no hipertireoidismo esse tratamento dura algum tempo e, em alguns casos, se não há reversão da doença, pode ser necessária uma cirurgia”, explica a endocrinologista.
Outras doenças que podem surgir na tireóide são nódulos que precisam ser investigados para se definir o tratamento. Segundo Márcia Nery, é aconselhável que o portador de diabetes faça periodicamente exames para verificar a situação de sua tireóide. A periodicidade dos exames pode ser um a cada ano ou a cada dois anos, conforme o paciente.

domingo, 30 de janeiro de 2011

REDE TV: Diabetes tipo 1 pode estar com os dias contados

O novo estudo da Universidade do Sudoeste, do Texas, traz uma forma inusitada de combater a doença.



Fonte: http://www.redetv.com.br