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domingo, 24 de junho de 2018

Festas Juninas e Contagem de Carboidratos


Viva São João!🎇 Época de muita alegria e de muita comilança, pelo menos aqui em nosso Nordeste!!! E nem sempre é fácil fazer a contagem de carboidratos certinha em dias de muitas comidas regionais... A confecção e receitas podem variar de acordo com as diversas regiões do país e isso pode gerar erros de contagem, causando hipoglicemia ou hiperglicemia. Trazemos então para vocês um pouco da experiência nesses anos de Diabetes... Vale a pena conferir e adaptar a realidade de sua cidade para que a alegria reine de verdade em nosso São João!!!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Novo Manual de Contagem de Carboidratos SBD 2016

Para muita gente que andava me pedindo para enviar o link para baixar o Novo Manual de Contagem de Carboidratos da Sociedade Brasileira de Diabetes, está aí...

Manual de Contagem de Carboidratos 2016

domingo, 31 de março de 2013

A páscoa chegou! E como fazemos com o ovo de páscoa?

Jujuba Diabética PáscoaEstá chegando a  páscoa. Hora de pensar em ovos de chocolate e algumas guloseimas a mais.

Durante as três primeiras páscoas após o diagnóstico de diabetes, sempre conseguimos com Júlia, fazer a troca do “ovo de páscoa” por um brinquedo legal que ela gostasse. Talvez pelo fato de na verdade ela nunca ter dado muito valor a comer chocolate, o brinquedo terminava sendo muito mais interessante e atrativo para ela.

Porém, desde o ano passado as coisas vem acontecendo de um jeito diferente. Júlia começou a querer realmente o ovo de páscoa e não o presente, e apesar de achar que o que ela quer mesmo é o brinquedinho que acompanha o ovo e não o chocolate em si, passamos a respeitar a sua escolha.

Nunca fomos radicais com a alimentação dela. Júlia sempre teve uma alimentação balanceada, dentro do possível. Sempre comeu chocolate, pitulito, brigadeiro, bis, e muitas outras besteira que as crianças gostam, porém, tudo dentro de uma quantidade pequena. Nada que com uma boa contagem de Carboidratos e muita brincadeira não consigamos deixar a glicemia dentro da normalidade.

Esse ano resolvemos dar um ovo surpresa. Compramos um que achamos que ela gostaria de ganhar (aquele que o brinquedinho era mais atrativo para ela) e passamos a fazer a brincadeira do “adivinha qual o ovo?”. Ela adorou a ideia e todos os dias pergunta uma dica sobre o ovo para tentar adivinhar antes de chegar a páscoa.

Enfim: nossos pequenos valorizam mais os preparativos (escolha do ovo), as brincadeiras que caracterizam o dia (caçada aos ovos) e a oportunidade de dividirem momentos especiais com a família do que o chocolate em si.

Agora é esperar o Domingo de páscoa, fazer a caça ao ovo de páscoa, e munidos de nossa balancinha portátil, pesar o chocolate direitinho que ela for comer , fazer a contagem de Carboidratos e fazer a correção necessária. Pronto! Tenho certeza que ela vai ficar feliz da vida!

E não custa lembrar o verdadeiro sentido da Páscoa. Desejamos a todos um momento de renovação, fertilidade de ideias e projetos. Uma oportunidade adicional para redefinir rumos e renovar compromissos.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dia de Consulta com a endócrino pediatra...

Hoje foi mais um dia de consulta com nossa amada Susana... 

Apesar das férias, Júlia deu uma melhorada nos controles nesse mês em relação a Dezembro, mas Susana resolveu dar uma modificada no nosso esquema de contagem de carboidratos x insulinoterapia...

Até hoje de manhã o nosso esquema era o seguinte:
0,5UI de novorapid para queimar 15g de CHO, mas só em glicemias acima de 150mg/dl durante o dia e 0,5UI de novorapid para queimar 25g de CHO em glicemias acima de 180mg/dl durante a noite... 
Lógico que se ultrapassasse a "cota" de CHO possivel por refeição, queimávamos o excesso de CHO consumidos independente da glicemia....

Agora ficou assim:
0,5UI de novorapid para queimar 12g de CHO com glicemias acima de 100mg/dl durante o dia e  0,5UI de novorapid para queimar 25g de CHO em glicemias acima de 150mg/dl durante a noite.

A correção glicêmica ficou a mesma coisa: 0,5 UI de novorapid para corrigir 50mg/dl durante o dia e 0,5 para queimar 100mg/dl durante a noite...

Já estava muito animada com a idéia de pensar em colocar a bomba de insulina na Julia e após essa consulta de hoje me animei até DEMAIS da conta....rsrsrsrsrsrsrsrs.... Com a supervisão e apoio de Susana, tudo fica diferente!!!!
Vamos refinar o controle de Julia para ver pensamos nesse caso daqui para o fim do ano....

Ela já passou de 1m de altura (finalmente!!!) e ganhou esse mês 600g a mais de peso... Mas nada fora do normal..... Afinal de contas, estamos em Janeiro, mês de férias!!!!!


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Blog sobre CONTAGEM DE CARBOIDRATOS!!!!

Finalmente Chegou o dia do lançamento do nosso novo blog!!!!
Sempre sentimos muita falta de uma tabela de Carboidratos que fosse mais completa que as já existentes no mercado, então juntamos nossas forças e conseguimos reunir a maior quantidade de informações de CHO de alimentos que já tinha visto!!! 
Obrigada meninas (Nicole, Nathália, Sarah e Dani) pela companhia dessas semanas e das tantas outras que ainda estão por vir!!!
Esperamos de verdade que o blog ajude muita gente assim como já está nos ajudando... 


Amanhã tem NOVIDADES!!!!!!

Após algumas semanas de muitas comunicações entre "Doces amigas" e muita, mas muita pesquisa, Amanhã sairá, quentinha, direto do forno uma grande novidade para nossos amigos diabéticos... 

Aguardem!!!!!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Açucar: sim ou não

Muito se discutiu entre as "doces blogueiras e blogueiros" na semana passada sobre o consumo ou não do Açúcar pelos diabéticos... Alguns são contra, muitos a favor, tudo depende do ponto de vista pessoal e da conduta escolhida para o tratamento...

A minutos atrás estávamos eu e minha filhota comendo uma fatia de um delicioso bolo de limão, e a carinha dela de satisfação por estar comendo aquilo, sem culpa e sem ser "proibido" me fez parar para pensar... "O que seria de nós sem a bendita Contagem de Carboidratos????" 

A nossa posição e conduta com nossa filha é: SIM, ela come açucar!!!! 
Nós escolhemos o caminho da liberdade e da Boa qualidade de vida!!!! 
E viva a contagem de Carboidratos!!!!

Então resolvi postar aqui uma reportagem da Revista Sabor&Vida Diabéticos que achei bem interessante falando exatamente sobre isso...


Saiba a resposta para esse dilema que tanto mexe com a vida dos portadores de diabetes
Flávia Benvenga

Versão oficial
A resposta oficial a essa pergunta é afirmativa: o diabético controlado pode sim ingerir açúcar! Pois é, chega a ser surpreendende, mas é exatamente isso o que diz a Associação Americana de Diabetes (ADA). “Não existe nada que respalde a proibição do açúcar para o diabético”, garante a nutricionista Gisele Goveia, coordenadora do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Segundo a especialista, evidên­cias científicas têm demonstrado que a quantidade total de carboidratos (ce­­reais, massas, pães, açúcar e outros) presente nas refeições é mais importante para o ajuste da glicemia do que o tipo ou fonte dele. Ou seja, uma colher (sopa) de açúcar comum, o de mesa — que também é um tipo de carboidrato (sacarose) — pode fazer parte da dieta do portador de diabetes se for consumido no lugar, por exemplo, de duas colheres (sopa) de arroz integral 
De acordo com a nutricionista Lis Proença Vieira, do Serviço de Nutrição e Dietética do Incor, a ADA permite o consumo do açúcar para tornar a dieta do diabético menos restritiva. Mas dentro de alguns limites. A entidade sustenta que a sacarose (açúcar da cana ou da beterraba) deve substituir outro carboidrato na dieta e, se isso não acontecer, a quantidade extra de glicose deve ser compensada com aplicação de insulina ou outra medicação. “Portanto, para que o portador de diabetes inclua no cardápio o açúcar, puro ou utilizado no preparo de doces, sem comprometer os limites, ele deve reduzir o consumo de outros carboidratos, como pão, farinha, torta, macarrão, torrada...”, alerta a nutricionista Lis Proença.
Além da limitação de carboidratos, o diabético deve respeitar também os índices calóricos de uma alimentação saudável. “Segundo a ADA, a quantidade diária tolerada de açúcar, que varia de pessoa para pessoa, é de até 10% do valor calórico total da dieta. Assim, em uma dieta diária de 1.500 calorias, a pessoa poderia consumir 150 calorias de açúcar, o equivalente a uma colher e meia (das de sopa)”, observa a nutricionista Lis Proença. “Vale frisar que o limite de 10% de sacarose por dia faz parte de uma indicação para uma alimentação saudável universal, seja a pessoa diabética ou não”, acrescenta Gisele Goveia, da SBD.
Em sua rotina de atendimento a diabéticos, a nutricionista da SBD conta que recentemente elaborou a dieta de uma senhora com diabetes controlado que inclui um pedaço pequeno de bolo simples para ser apreciado mensalmente durante os encontros da paciente de­­­la com as amigas. “Percebi que ela iria comer de qualquer jeito o tal bolo, ­uma vez por mês nessa confraternização. Por­­­­ isso, para o lanche da tarde, suge­ri que ela substituisse uma fatia de pão de fôrma com requeijão light e um co­po de leite desnatado, que ela come nor­­malmente, pelo bolo e uma xícara de chá”, explica Gisele Goveia.
Amargas complicações 
Mas, se a principal entidade de diabe­tes do mundo autoriza o consumo de açúcar, por que todos dizem que os portadores da doença não podem co­mer doces? Os médicos costumam pregar que o diabético não deve inge­rir açúcar por não possuir insulina (hor­mônio produzido pelo pâncreas) suficiente para retirá-lo do sangue e levá-lo para as células. Ou seja, ficam com excesso de açúcar no sangue. O problema é que, se o diabético não mantém a taxa de glicose dentro dos ní­veis normais de concentração (em geral, de 80 a 99 mg/dL), corre risco de desenvolver uma série de complica­ções. E o que é mais importante: o des­controle da quantidade de glicose no sangue costuma estar relacionado ao consumo excessivo de açúcar e de outros alimentos ricos em carboidrato.
“Independentemente do ti­po de diabetes, 1 ou 2, os cuidados e complicações com relação à ingestão de açúcar são os mesmos”, ga­­rante a nutricionista Lis Proença, do Incor. “Quando o açúcar é consumido de forma excessiva, pode-se gerar uma hiperglicemia, que é o aumento da concentração de açúcar no sangue. Se esse quadro se mantém a longo prazo, a hiper­glicemia pode se tornar crônica e causar lesões vasculares”. Segundo o diabetólogo Roberto Betti, também do Incor, a concentração de açúcar no sangue por um tempo prolongado reduz a capacidade de dilatação dos vasos sangüíneos (vasoconstrição), provoca inflamações nas paredes do sistema circulatório e favorece o surgimento de coágulos (trombos). “Isto é, há uma alteração do fluxo sangüíneo, que pode afetar olhos, rins, coração, cérebro, regiões periféricas e sistema nervoso”, esclarece o médico. 
As principais complicações decorrentes desses problemas vasculares são a doença arterial coronária, que pode causar infarto do miocárdio, derrame cerebral e insuficiência periférica; a retinopatia, que prejudica a visão e pode levar à cegueira; a nefropatia, que atinge os rins e causa insuficiência renal; e a neuropatia, que danifica os nervos. A forma mais comum de neuropatia é a periférica que lesa os nervos motores (movimentos voluntários como andar), sensoriais (tato) e autonômicos (funções orgânicas como a digestão). Assim, a maneira mais segura de se conviver bem com a doença é controlar o nível de açúcar no sangue, alimentar-se de forma saudável, seguir orientações médi­-cas, praticar atividades físicas e, se for preciso, tomar medicamentos, co­mo a insulina.
Doce veneno
Justamente por conta dessas conseqüências, para muitos profissionais, o diabético deve simplesmente excluir da dieta os doces, ou seja, alimentos que contenham sacarose. “A orientação clássica é desaconselhar a ingestão da sacarose”, explica a nutricionista Gisele Rossi Goveia, da SBD. “Entretanto, baseado nos estudos pu­blicados em 1995 pela Associação Americana de Diabetes, a SBD também chegou a um consenso: o diabético controlado, cumprindo uma dieta saudável e fazendo uma correta contagem de carboidratos (leia glossário), pode sim inserir a sacarose na alimentação dele”, informa Gisele.
O endocrinologista Walter Minicucci, vice-presidente da SBD, concorda que o diabético controlado pode ingerir açúcar, mas acha que ele não deve fazê-lo. “O consumo é permitido por ser consenso da SBD e da ADA, mas digo que não deve porque a maior parte dos doces é rica também em gordura, o que pode causar o aumento do peso e, conseqüentemente, tornar mais difícil o controle do diabetes”, justifica o médico. “Além disso, o manejo é complicado, pois a pessoa precisa saber fazer a substituição do doce por um outro carboidrato da dieta, medir a glicemia e, no caso de quem depende da terapia com insulina, fazer eventuais ajustes de dosagem do hormônio”.
Picos glicêmicos 
O diabetólogo Antonio Carlos Lerario, do Incor, ressalta que o mais importante não é somente o tipo, mas também a quantidade do carboidrato ingeri­- do — que pode ser uma batata ou um bo­­lo —, pois no organismo o nutriente será quebrado e transformado em glicose. “A questão, no caso da sacarose, que é uma forma muito concentrada de carboidratos, é o pouco tempo que ela leva para ser absorvida pelo sistema digestivo e a rapidez com que eleva as taxas de glicose no sangue. É por isso que, na prática, restringe-se o açúcar e indica-se a substituição por alimentos preparados com adoçantes dietéticos”, afirma Lerario.
Seja como for, o fato é que os carboidratos são uma das principais fontes de calorias da dieta do diabético, que precisa conter de 50% a 60% desse nutriente. Eles provêm principalmente do açúcar (carboidrato simples) e do amido (carboidrato complexo, encontrado nos pães, massas e feijões) e todos se transformam em glicose durante a digestão. Segundo a nutricionista Gisele Goveia, é fundamental para o diabético entender que dietas muito ricas em carboidratos simples, como o açúcar refinado, elevam repentinamente a glicose no sangue. Isto é, a insulina sobe depressa para conseguir mandar o açúcar que está na circulação para dentro das células. No entanto, o índice desse hormônio também pode cair se, por exemplo, o diabético ficar muito tempo em jejum. E, quando essa queda é intensa, pode levar à hipoglicemia (veja o glossário). Essa situação é mais comum entre diabéticos tipo 1, mas também pode ocorrer com o tipo 2. De acordo com a SBD, ao sentir os sintomas da hipoglicemia (suor, frio, tre­mores, sono, cansaço, tonturas, con­fusão mental, falta de coordenação, fo­me e outros), a pessoa deve verificar a concentração de açúcar no sangue e, se estiver baixa (menor que 70 mg/dL), precisa consumir carboidratos de rápida absorção, como um copo de su­co de laranja ou uma bala.
Prazer proibido
Enquanto alguns grupos de profissionais permitem a seus pacientes que seguem o tratamento à risca e não são obesos consumirem açúcar, a orientação do Incor é não liberá-lo a ninguém. “Para consentir, é necessário que o diabetes esteja controlado e que o paciente tenha um perfil especial: deve ser consciente e disciplinado, porque ele precisa saber contar os carboidratos”, justifica a nutricionista Lis Proença Vieira, do SND do Incor. “Sabemos que, com o tempo, ele pode aprender, mas nossa experiência mostra que normalmente o diabético se excede. E, infelizmente, na prática, concluímos que a substituição do doce por um outro carboidrato não é feita”.
Para a nutricionista, isso acontece porque a quantidade de açúcar permitida pela ADA na dieta do diabético é pequena. “Se a sacarose for liberada para nossos pacientes, essa quantidade será facilmente ultrapassada”, argumenta Lis Proença. “Além disso, como a porção aceitável de açúcar precisa ser ingerida em substituição a alguma outra fonte de carboidrato da dieta, o diabético precisa estar muito atento para não adicionar o açúcar ao que ele já come de massa”. Segundo o diabetólogo Antônio Carlos Lerario, para o diabético controlado, dependendo da quantidade, a ingestão da sacarose pode mesmo não fazer diferença. “Mas é essencial saber como usar o açúcar e seguir as orientações de forma responsável”, sintetiza o médico.
Nutriente dispensável
Os especialistas em saúde são unânimes em afirmar que, tanto para o indivíduo saudável como para o diabético controlado, o consumo de doces como bolos, pudins, tortas e chocolates deve ser esporádico. “Apesar de o açúcar ser uma fonte de energia, a sacarose não faz falta, diferente do carboidrato complexo, o amido. Esse sim é fundamental para uma alimentação saudável”, acredita Lis Prença, do Incor.
Até agora, as pesquisas científicas que visam “adoçar” a relação entre açúcar e diabetes caminham em direção à melhora da qualidade dos adoçantes dietéticos. “A indústria alimentícia dedica-se bastante ao desenvolvimento de produtos que substituam o açúcar e não tenham sabor residual”, conta Lis.

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 já chegou bombando!!!!

2011 já chegou bombando e com um convite inesperado de minha amiga Nicole, do blog Minha filha Diabética que me deixou super feliz...
Ela me chamou para fazer parceria com ela num projeto que vai ser super legal para a galera interessada em diabetes... 
Como grande parte das idéia geniais que ela tem, essa acho que vai dar super certo e vai ser muito útil para todos nossos leitores e amigos!!!!!
Nicole, obrigada pelo convite e por essa "cabecinha iluminada" que você tem!!!!!!
Já comecei muito bem esse ano novo!!!!!!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fim de noite com saborzinho de derrota...

Estou fazendo a tabela glicêmica de Júlia dos últimos 15 dias.... 
Está um horror!!!!!
Média Glicêmica - 194!!!!!

Já estava difícil segurar as glicemias nesses últimos 3 meses por conta da série de doenças da jujuba...
Chegaram as férias, as doenças foram embora, e parece que ficou mais difícil ainda chegar num bom controle!!!!
Já aumentamos a insulina basal e estamos dando as rápidas dentro do seu limite, mas a alimentação nas férias fica de um jeito ou de outro um pouco mais solta.... 
São vários dias nas casas das amigas, em cinema, shopping, passeios, praias, casa das avós.... Uma coisa diferente a cada dia... Aí a rotina fica difícil não é??? 

Férias é sinônimo de falta de rotina que é sinônimo de descontrole glicêmico........................
Acho que vamos ter que botar ordem nessa zona agora!!!!!
Hunf!!!!!!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Criança rechonchuda não é sinônimo de saúde

O primeiro passo que os pais devem fazer é reavaliar o cardápio diário. Refeições muito calóricas, como a combinação batata frita, hambúrguer e refrigerante são extremamente prejudiciais para a saúde. Portanto, a mudança de hábitos alimentares deve ser iniciada com uma revolução na despensa e na geladeira. Reduzir o número de alimentos gordurosos e açucarados é o primeiro passo. Depois é só escolher as frutas, verduras e legumes que agrade a todos em casa. A geladeira ficará mais colorida e com opções nutritivas e saborosas. 

Os fast foods, presentes em cada esquina das grandes cidades, são um prato cheio para as gorduras. Limitar a ida a estes locais já é o início de uma reviravolta em prol da saúde de toda a família. Sem esquecer a prática de atividades físicas, indispensável para a criança queimar calorias reduzindo seu excesso de gordura. Caminhadas diárias durante 30 minutos, balé, futebol, natação, entre outras. O tempo destinado a televisão, videogames e computadores também deve ser administrado pelos pais ou responsáveis pela criança. Estudos mostram a relação direta entre assistir TV e a obesidade infantil.

A partir de que idade os pais devem começar a se preocupar com a alimentação dos filhos? 
Desde que nascem, pois necessitam de alimentos para fornecer um aporte de energia. São necessários macro e micronutrientes para garantir o desenvolvimento adequado. A partir do nascimento, cada alimento é inserido de forma gradual de acordo com a necessidade e maturidade do trato gastrointestinal. 

Algumas crianças passam por períodos de pouco apetite e neste momento é melhor evitar alimentos muito calóricos e pouco nutritivos como refrigerantes e balas.

Quais combinações são essenciais e nutritivas no dia a dia da criança? 
Uma das combinações que sempre dá certo e, ao mesmo tempo, é acessível a quase toda população, é o conhecido arroz e feijão (ou macarrão com feijão). Um completa o outro sob o ponto de vista nutricional, fornecendo energia para o desenvolvimento adequado da criança. Uma alternativa é acrescentar beterraba ao feijão e cenoura ou brócolis ao arroz, criando um prato colorido e nutritivo. 

Outra combinação que traz bons resultados é a inclusão de alimentos ricos em ferro e em vitamina C no cardápio. O ferro será melhor absorvido na presença desta vitamina. Portanto, incluir um suco de fruta cítrico, preparado na hora e ingerido imediatamente, após o almoço e o jantar, pode ajudar a prevenir a anemia.

Quais grupos de alimentos não podem faltar nas refeições e quais devem ser evitados? 
Toda criança deve comer fonte de proteína como as carnes vermelhas e brancas; de energia, o arroz, macarrão ou feijão; de vitaminas e minerais, legumes e frutas; de fibras, verduras folhas verdes.

Os alimentos que devem ser consumidos em menor quantidade são os ricos em açúcar simples: os doces, biscoitos recheados, balas, refrigerantes. Os alimentos ricos em gordura - as frituras - devem ser evitados desde a infância.

Outro cuidado deve ser dado aos salgadinhos amarelos, que parecem isopor, além dos refrigerantes, que apresentam corante amarelo e roxo causadores de processos alérgicos. 

O que os pais devem fazer para manter a criança seguindo uma alimentação saudável? 
Os pais devem ter uma alimentação saudável lembrado que o exemplo vem de cima, as crianças geralmente copiam os hábitos dos pais, ruins ou bons.

Deve-se incluir vários tipos de alimentos naturais como legumes, frutas e verduras, todos os dias. Se a criança não aceita estas opções no cardápio, a alternativa é experimentar outras receitas, mudar a preparação e ver qual combinação pode ser aceita.

Definir horários certos para as refeição é muito importante. Desta forma, pode-se evitar o hábito de beliscar fora dos horários das refeições. 

Em que a nutrição pode ajudar o pediatra na manutenção da saúde das crianças? 
A nutrição trabalha em conjunto com os pediatras para prevenir o aparecimento de doenças. Uma criança bem alimentada tem seu sistema imunológico funcionando melhor e assim pode-se prevenir anemia, carências nutricionais e melhor o crescimento e desenvolvimento geral. A criança bem alimentada resiste e se recupera melhor das doenças da infância. É preciso criar hábitos saudáveis desde a infância, prevenindo doenças adultas como diabetes e obesidade.

Fonte:http://www.sitesnobrasil.com/notas/2008/julho/obesidade-infantil.htm"

Redes de fast food passarão a exibir tabela nutricional dos alimentos que servem

Mais de 60 das principais redes de lanchonetes e restaurantes do país passarão, em 2011, a divulgar as informações nutricionais dos alimentos que vendem.
Em acordo com o governo, mais de 60 redes de alimentos se comprometem a divulgar dados sobre seus produtos
Em acordo com o governo, mais de 60 redes de alimentos se comprometem a divulgar dados sobre seus produtosOs estabelecimentos deverão informar em local visível dados como valor energético e quantidade de carboidratos, proteínas, gorduras e sódio de cada alimento.
Essas informações serão dispostas em tabelas e impressas em embalagens (se houver), cartazes, cardápios ou folhetos. Se a empresa tiver site, também deve divulgar ali os dados nutricionais.
As empresas têm seis meses para cumprir o acordo, que saiu depois de mais de um ano de discussões entre as partes e que foi firmado no começo deste mês com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais.
O pacto proposto pelo ministério é um "termo de ajustamento de conduta". A adesão é voluntária, mas funciona como ultimato para que a resolução de 2003 (que prevê a rotulagem obrigatória de alimentos) seja obedecida antes da instauração de um processo.
Para aumentar a adesão, fizeram a ponte entre o poder público e os estabelecimentos a ANR (Associação Nacional de Restaurantes) a ABF (Associação Brasileira de Franchising).
"Esperamos que, assim, o consumidor faça escolhas mais saudáveis e o número de casos de doenças crônicas, como hipertensão, diminua", disse ontem Denise de Oliveira Resende, gerente de alimentos da Anvisa.


LISTA DE LOJAS
Anvisa e ANR não divulgaram a lista das 62 empresas, mas disseram à reportagem da Folha que, entre as principais redes do país que assinaram o acordo estão: Amor aos Pedaços, Bob's, Café do Ponto, Giraffa's, Kopenhagen, Rei do Mate, Spoleto e Vivenda do Camarão.
A rede de lanchonetes McDonald's não entrou no pacto porque em 2005 uma liminar, também do Ministério Público Federal de Minas Gerais, determinou que as informações nutricionais da empresa fossem divulgadas.
Outras redes que foram citadas pela Anvisa e pela ANR como integrantes do acordo afirmaram já exibir informações nutricionais em suas lojas, como a Salad Creations e a China in Box.
De acordo com João Baptista, diretor da ANR e coordenador do grupo setorial de redes de alimentação da ABF, no total são 4.671 pontos de venda que se adaptarão às regras propostas.
Esse número envolve todas as franquias no país de uma rede, caso a empresa tenha assinado o acordo. No entanto, a responsabilidade final pelo cumprimento das exigências cabe ao franqueado, segundo Baptista.
"O mérito desse acordo foi a possibilidade de todos poderem determinar, em conjunto, ações que serão benéficas ao consumidor", disse o diretor da entidade que representa os restaurantes.
Colaborou GUILHERME GENESTRETI, de São Paulo
Fonte : Folha e http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?IDConteudo=1000093

sábado, 6 de novembro de 2010

Hipoglicemia severa

Julia de Gatinha, na apresentação da
 escola hoje sobre Biodiversidade.
 Tudo muito lindo!!
Pela primeira vez nesses anos de diabetes, Julia deu uma apagada em uma Hipoglicemia... Uma apagada de uns 5 segundos, mas foi uma apagada!!!
Confesso que na hora nem pensei em medo... Só fiz reagir e pronto!!!
Peguei o primeiro sachê de mel, espremi debaixo de sua lingua, espremi o segundo em meu dedo e friccionei a sua bochecha, e abri ainda um terceiro que espalhei em sua lingua...
Foi difícil segura-la de tanto que ela chorava e se debatia, realmente estava fora de si, mas aos pouco ela foi acalmando, foi deixando de se debater até que resolveu sentar para comer algo...
Interessante foi que hoje teve uma apresentação na escola (linda por sinal), e tirei a glicemia dela às 9:20 pois o lanche ainda demoraria um pouco e fiquei tranquila por estar 342. Ela lanchou cerca de 12g de CHO às 10:30 e não queimei com a rápida. E às 11:40, quando  consegui tirar a glicemia dela (após o segundo mel) estava em 35... Ela estava só com a insulina basal... Muito estranho!!!! Realmente inexplicável!!!!
No fim das contas, achei realmente que minha reação foi das melhores...
O baque mesmo só veio alguns minutos depois, mas estava tão feliz de vê-la bem novamente que não me dei nem ao direito de ficar chateada!!!
E o dia continuou como qualquer outro dia...

Nutricionista da Jujuba - Drª Íris Macêdo

Ontem tivemos uma consulta com a nutricionista da Julia, Dra Íris Macêdo.
Andava meio preocupada com a alimentação dela que apesar de bem balanceada e controlada ela anda  dando trabalho para comer todos os tipos de carne e rejeita verduras de toda formas... Então fomos atrás de Íris para mais uma vez ela resolver este pepino para nós...

Conhecemos a Íris através de uma indicação de Susana Chen, edocrino-pediatra da Júlia e o dia  26 de dezembro de 2007 (3 dias após o diagnóstico) foi o nosso primeiro contato por telefone. Lembro que ela estava de férias em São Paulo, mas mesmo assim nos atendeu muito bem e foi sempre muito solicita. Nos deu uma primeira orientação só para não ficarmos “ao Deus dará” e marcou uma primeira consulta para uma semana depois, no dia que chegava de viagem. Adoramos ela desde a primeira consulta!!! Ela nos orientou muito bem , nos deu todas as possibilidades e nos ensinou, como num passe de mágica, a fazer a contagem de carboidratos. Acho que talvez, na época, Julia tenha sido a sua paciente mais nova com diabetes, e portanto um desafio  e um caso de estudo para ela . Mas ela soube conduzir tão bem a situação e soube nos guiar tão bem em seus ensinamentos que de totais “ignorantes” em alimentação para diabéticos (principalmente para um bebê de 1 ano) e em contagem de carboidratos ela nos transformou com muita competência, paciência e dedicação em doutores!!!! E em pouquíssimo tempo!!!

Extremamente estudiosa no assunto, desde o primeiro dia, com toda segurança e explicação para tudo que ela tem, nos mostrou  logo que realmente seria a melhor pessoa para cuidar da alimentação de nossa filha. Sei que ela às vezes deve ter “queimado muito as pestanas”  para achar soluções e possibilidades alimentares para Jujuba,  mas sempre conseguiu ajustar e balancear sua alimentação de um modo muito suave e que Julia sempre aceitou muito bem.
Bom, mas voltando a consulta ela nos deu umas possibilidades interessantes para oferecer carne para Julia e que acho que vai dar certo. E quanto às verduras, ela viu que as que colocamos “embutidas” no feijão, sopa, arroz e etc, já era a quantidade  suficiente para sua alimentação.
No fim das contas, a minha preocupação com a alimentação da Jujuba não era nem tão séria assim... 


sábado, 21 de agosto de 2010

A oitava festinha infantil do Mês de agosto

Olá Pessoal!!!!

Estamos indo com a Jujuba para mais uma festinha de aniversário.... Essa é a Oitava festinha de criança do mês... Haja dinheiro para presentes e haja contagem de carboidratos dos brigadeiros, pipocas, e coxinhas que ela sempre come quando vai. Nos aniversários permito que ela satisfaça a vontade dela de guloseimas. Tudo com quantidade certa lógico... sem exageros. São 5 salgados, 4 doces e um pedaço de bolo.... Tiro a glicemia antes de ela começar a comer, fico de olho no quanto que ela comeu, faço a contagem de CHO e aplico a insulina necessária para queimar tudo o que ela comeu....  O resultado quase sempre dá certo.... Mas, como o organismo dela é bem inconstante, vamos ver o que vai acontecer hj!!!!! Depois eu conto....

Beijos em Todos!!!!!!