domingo, 24 de junho de 2018
Festas Juninas e Contagem de Carboidratos
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Novo Manual de Contagem de Carboidratos SBD 2016
Manual de Contagem de Carboidratos 2016
domingo, 31 de março de 2013
A páscoa chegou! E como fazemos com o ovo de páscoa?
Está chegando a páscoa. Hora de pensar em ovos de chocolate e algumas guloseimas a mais.
Durante as três primeiras páscoas após o diagnóstico de diabetes, sempre conseguimos com Júlia, fazer a troca do “ovo de páscoa” por um brinquedo legal que ela gostasse. Talvez pelo fato de na verdade ela nunca ter dado muito valor a comer chocolate, o brinquedo terminava sendo muito mais interessante e atrativo para ela.
Porém, desde o ano passado as coisas vem acontecendo de um jeito diferente. Júlia começou a querer realmente o ovo de páscoa e não o presente, e apesar de achar que o que ela quer mesmo é o brinquedinho que acompanha o ovo e não o chocolate em si, passamos a respeitar a sua escolha.
Nunca fomos radicais com a alimentação dela. Júlia sempre teve uma alimentação balanceada, dentro do possível. Sempre comeu chocolate, pitulito, brigadeiro, bis, e muitas outras besteira que as crianças gostam, porém, tudo dentro de uma quantidade pequena. Nada que com uma boa contagem de Carboidratos e muita brincadeira não consigamos deixar a glicemia dentro da normalidade.
Esse ano resolvemos dar um ovo surpresa. Compramos um que achamos que ela gostaria de ganhar (aquele que o brinquedinho era mais atrativo para ela) e passamos a fazer a brincadeira do “adivinha qual o ovo?”. Ela adorou a ideia e todos os dias pergunta uma dica sobre o ovo para tentar adivinhar antes de chegar a páscoa.
Enfim: nossos pequenos valorizam mais os preparativos (escolha do ovo), as brincadeiras que caracterizam o dia (caçada aos ovos) e a oportunidade de dividirem momentos especiais com a família do que o chocolate em si.
Agora é esperar o Domingo de páscoa, fazer a caça ao ovo de páscoa, e munidos de nossa balancinha portátil, pesar o chocolate direitinho que ela for comer , fazer a contagem de Carboidratos e fazer a correção necessária. Pronto! Tenho certeza que ela vai ficar feliz da vida!
E não custa lembrar o verdadeiro sentido da Páscoa. Desejamos a todos um momento de renovação, fertilidade de ideias e projetos. Uma oportunidade adicional para redefinir rumos e renovar compromissos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Dia de Consulta com a endócrino pediatra...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Blog sobre CONTAGEM DE CARBOIDRATOS!!!!

Amanhã tem NOVIDADES!!!!!!
domingo, 16 de janeiro de 2011
Açucar: sim ou não
Saiba a resposta para esse dilema que tanto mexe com a vida dos portadores de diabetes
Flávia Benvenga

Versão oficial
A resposta oficial a essa pergunta é afirmativa: o diabético controlado pode sim ingerir açúcar! Pois é, chega a ser surpreendende, mas é exatamente isso o que diz a Associação Americana de Diabetes (ADA). “Não existe nada que respalde a proibição do açúcar para o diabético”, garante a nutricionista Gisele Goveia, coordenadora do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Segundo a especialista, evidências científicas têm demonstrado que a quantidade total de carboidratos (cereais, massas, pães, açúcar e outros) presente nas refeições é mais importante para o ajuste da glicemia do que o tipo ou fonte dele. Ou seja, uma colher (sopa) de açúcar comum, o de mesa — que também é um tipo de carboidrato (sacarose) — pode fazer parte da dieta do portador de diabetes se for consumido no lugar, por exemplo, de duas colheres (sopa) de arroz integral
De acordo com a nutricionista Lis Proença Vieira, do Serviço de Nutrição e Dietética do Incor, a ADA permite o consumo do açúcar para tornar a dieta do diabético menos restritiva. Mas dentro de alguns limites. A entidade sustenta que a sacarose (açúcar da cana ou da beterraba) deve substituir outro carboidrato na dieta e, se isso não acontecer, a quantidade extra de glicose deve ser compensada com aplicação de insulina ou outra medicação. “Portanto, para que o portador de diabetes inclua no cardápio o açúcar, puro ou utilizado no preparo de doces, sem comprometer os limites, ele deve reduzir o consumo de outros carboidratos, como pão, farinha, torta, macarrão, torrada...”, alerta a nutricionista Lis Proença.
Além da limitação de carboidratos, o diabético deve respeitar também os índices calóricos de uma alimentação saudável. “Segundo a ADA, a quantidade diária tolerada de açúcar, que varia de pessoa para pessoa, é de até 10% do valor calórico total da dieta. Assim, em uma dieta diária de 1.500 calorias, a pessoa poderia consumir 150 calorias de açúcar, o equivalente a uma colher e meia (das de sopa)”, observa a nutricionista Lis Proença. “Vale frisar que o limite de 10% de sacarose por dia faz parte de uma indicação para uma alimentação saudável universal, seja a pessoa diabética ou não”, acrescenta Gisele Goveia, da SBD.
Em sua rotina de atendimento a diabéticos, a nutricionista da SBD conta que recentemente elaborou a dieta de uma senhora com diabetes controlado que inclui um pedaço pequeno de bolo simples para ser apreciado mensalmente durante os encontros da paciente dela com as amigas. “Percebi que ela iria comer de qualquer jeito o tal bolo, uma vez por mês nessa confraternização. Por isso, para o lanche da tarde, sugeri que ela substituisse uma fatia de pão de fôrma com requeijão light e um copo de leite desnatado, que ela come normalmente, pelo bolo e uma xícara de chá”, explica Gisele Goveia.
Amargas complicações
Mas, se a principal entidade de diabetes do mundo autoriza o consumo de açúcar, por que todos dizem que os portadores da doença não podem comer doces? Os médicos costumam pregar que o diabético não deve ingerir açúcar por não possuir insulina (hormônio produzido pelo pâncreas) suficiente para retirá-lo do sangue e levá-lo para as células. Ou seja, ficam com excesso de açúcar no sangue. O problema é que, se o diabético não mantém a taxa de glicose dentro dos níveis normais de concentração (em geral, de 80 a 99 mg/dL), corre risco de desenvolver uma série de complicações. E o que é mais importante: o descontrole da quantidade de glicose no sangue costuma estar relacionado ao consumo excessivo de açúcar e de outros alimentos ricos em carboidrato.
“Independentemente do tipo de diabetes, 1 ou 2, os cuidados e complicações com relação à ingestão de açúcar são os mesmos”, garante a nutricionista Lis Proença, do Incor. “Quando o açúcar é consumido de forma excessiva, pode-se gerar uma hiperglicemia, que é o aumento da concentração de açúcar no sangue. Se esse quadro se mantém a longo prazo, a hiperglicemia pode se tornar crônica e causar lesões vasculares”. Segundo o diabetólogo Roberto Betti, também do Incor, a concentração de açúcar no sangue por um tempo prolongado reduz a capacidade de dilatação dos vasos sangüíneos (vasoconstrição), provoca inflamações nas paredes do sistema circulatório e favorece o surgimento de coágulos (trombos). “Isto é, há uma alteração do fluxo sangüíneo, que pode afetar olhos, rins, coração, cérebro, regiões periféricas e sistema nervoso”, esclarece o médico.
As principais complicações decorrentes desses problemas vasculares são a doença arterial coronária, que pode causar infarto do miocárdio, derrame cerebral e insuficiência periférica; a retinopatia, que prejudica a visão e pode levar à cegueira; a nefropatia, que atinge os rins e causa insuficiência renal; e a neuropatia, que danifica os nervos. A forma mais comum de neuropatia é a periférica que lesa os nervos motores (movimentos voluntários como andar), sensoriais (tato) e autonômicos (funções orgânicas como a digestão). Assim, a maneira mais segura de se conviver bem com a doença é controlar o nível de açúcar no sangue, alimentar-se de forma saudável, seguir orientações médi-cas, praticar atividades físicas e, se for preciso, tomar medicamentos, como a insulina.
Doce veneno
Justamente por conta dessas conseqüências, para muitos profissionais, o diabético deve simplesmente excluir da dieta os doces, ou seja, alimentos que contenham sacarose. “A orientação clássica é desaconselhar a ingestão da sacarose”, explica a nutricionista Gisele Rossi Goveia, da SBD. “Entretanto, baseado nos estudos publicados em 1995 pela Associação Americana de Diabetes, a SBD também chegou a um consenso: o diabético controlado, cumprindo uma dieta saudável e fazendo uma correta contagem de carboidratos (leia glossário), pode sim inserir a sacarose na alimentação dele”, informa Gisele.
O endocrinologista Walter Minicucci, vice-presidente da SBD, concorda que o diabético controlado pode ingerir açúcar, mas acha que ele não deve fazê-lo. “O consumo é permitido por ser consenso da SBD e da ADA, mas digo que não deve porque a maior parte dos doces é rica também em gordura, o que pode causar o aumento do peso e, conseqüentemente, tornar mais difícil o controle do diabetes”, justifica o médico. “Além disso, o manejo é complicado, pois a pessoa precisa saber fazer a substituição do doce por um outro carboidrato da dieta, medir a glicemia e, no caso de quem depende da terapia com insulina, fazer eventuais ajustes de dosagem do hormônio”.
Picos glicêmicos
O diabetólogo Antonio Carlos Lerario, do Incor, ressalta que o mais importante não é somente o tipo, mas também a quantidade do carboidrato ingeri- do — que pode ser uma batata ou um bolo —, pois no organismo o nutriente será quebrado e transformado em glicose. “A questão, no caso da sacarose, que é uma forma muito concentrada de carboidratos, é o pouco tempo que ela leva para ser absorvida pelo sistema digestivo e a rapidez com que eleva as taxas de glicose no sangue. É por isso que, na prática, restringe-se o açúcar e indica-se a substituição por alimentos preparados com adoçantes dietéticos”, afirma Lerario.
Seja como for, o fato é que os carboidratos são uma das principais fontes de calorias da dieta do diabético, que precisa conter de 50% a 60% desse nutriente. Eles provêm principalmente do açúcar (carboidrato simples) e do amido (carboidrato complexo, encontrado nos pães, massas e feijões) e todos se transformam em glicose durante a digestão. Segundo a nutricionista Gisele Goveia, é fundamental para o diabético entender que dietas muito ricas em carboidratos simples, como o açúcar refinado, elevam repentinamente a glicose no sangue. Isto é, a insulina sobe depressa para conseguir mandar o açúcar que está na circulação para dentro das células. No entanto, o índice desse hormônio também pode cair se, por exemplo, o diabético ficar muito tempo em jejum. E, quando essa queda é intensa, pode levar à hipoglicemia (veja o glossário). Essa situação é mais comum entre diabéticos tipo 1, mas também pode ocorrer com o tipo 2. De acordo com a SBD, ao sentir os sintomas da hipoglicemia (suor, frio, tremores, sono, cansaço, tonturas, confusão mental, falta de coordenação, fome e outros), a pessoa deve verificar a concentração de açúcar no sangue e, se estiver baixa (menor que 70 mg/dL), precisa consumir carboidratos de rápida absorção, como um copo de suco de laranja ou uma bala.
Prazer proibido
Enquanto alguns grupos de profissionais permitem a seus pacientes que seguem o tratamento à risca e não são obesos consumirem açúcar, a orientação do Incor é não liberá-lo a ninguém. “Para consentir, é necessário que o diabetes esteja controlado e que o paciente tenha um perfil especial: deve ser consciente e disciplinado, porque ele precisa saber contar os carboidratos”, justifica a nutricionista Lis Proença Vieira, do SND do Incor. “Sabemos que, com o tempo, ele pode aprender, mas nossa experiência mostra que normalmente o diabético se excede. E, infelizmente, na prática, concluímos que a substituição do doce por um outro carboidrato não é feita”.
Para a nutricionista, isso acontece porque a quantidade de açúcar permitida pela ADA na dieta do diabético é pequena. “Se a sacarose for liberada para nossos pacientes, essa quantidade será facilmente ultrapassada”, argumenta Lis Proença. “Além disso, como a porção aceitável de açúcar precisa ser ingerida em substituição a alguma outra fonte de carboidrato da dieta, o diabético precisa estar muito atento para não adicionar o açúcar ao que ele já come de massa”. Segundo o diabetólogo Antônio Carlos Lerario, para o diabético controlado, dependendo da quantidade, a ingestão da sacarose pode mesmo não fazer diferença. “Mas é essencial saber como usar o açúcar e seguir as orientações de forma responsável”, sintetiza o médico.
Nutriente dispensável
Os especialistas em saúde são unânimes em afirmar que, tanto para o indivíduo saudável como para o diabético controlado, o consumo de doces como bolos, pudins, tortas e chocolates deve ser esporádico. “Apesar de o açúcar ser uma fonte de energia, a sacarose não faz falta, diferente do carboidrato complexo, o amido. Esse sim é fundamental para uma alimentação saudável”, acredita Lis Prença, do Incor.
Até agora, as pesquisas científicas que visam “adoçar” a relação entre açúcar e diabetes caminham em direção à melhora da qualidade dos adoçantes dietéticos. “A indústria alimentícia dedica-se bastante ao desenvolvimento de produtos que substituam o açúcar e não tenham sabor residual”, conta Lis.
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
2011 já chegou bombando!!!!
2011 já chegou bombando e com um convite inesperado de minha amiga Nicole, do blog Minha filha Diabética que me deixou super feliz...quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Fim de noite com saborzinho de derrota...
domingo, 26 de dezembro de 2010
Criança rechonchuda não é sinônimo de saúde
O primeiro passo que os pais devem fazer é reavaliar o cardápio diário. Refeições muito calóricas, como a combinação batata frita, hambúrguer e refrigerante são extremamente prejudiciais para a saúde. Portanto, a mudança de hábitos alimentares deve ser iniciada com uma revolução na despensa e na geladeira. Reduzir o número de alimentos gordurosos e açucarados é o primeiro passo. Depois é só escolher as frutas, verduras e legumes que agrade a todos em casa. A geladeira ficará mais colorida e com opções nutritivas e saborosas. Redes de fast food passarão a exibir tabela nutricional dos alimentos que servem
| Em acordo com o governo, mais de 60 redes de alimentos se comprometem a divulgar dados sobre seus produtos |
sábado, 6 de novembro de 2010
Hipoglicemia severa
| Julia de Gatinha, na apresentação da escola hoje sobre Biodiversidade. Tudo muito lindo!! |
E o dia continuou como qualquer outro dia...
Nutricionista da Jujuba - Drª Íris Macêdo
Conhecemos a Íris através de uma indicação de Susana Chen, edocrino-pediatra da Júlia e o dia 26 de dezembro de 2007 (3 dias após o diagnóstico) foi o nosso primeiro contato por telefone. Lembro que ela estava de férias em São Paulo, mas mesmo assim nos atendeu muito bem e foi sempre muito solicita. Nos deu uma primeira orientação só para não ficarmos “ao Deus dará” e marcou uma primeira consulta para uma semana depois, no dia que chegava de viagem. Adoramos ela desde a primeira consulta!!! Ela nos orientou muito bem , nos deu todas as possibilidades e nos ensinou, como num passe de mágica, a fazer a contagem de carboidratos. Acho que talvez, na época, Julia tenha sido a sua paciente mais nova com diabetes, e portanto um desafio e um caso de estudo para ela . Mas ela soube conduzir tão bem a situação e soube nos guiar tão bem em seus ensinamentos que de totais “ignorantes” em alimentação para diabéticos (principalmente para um bebê de 1 ano) e em contagem de carboidratos ela nos transformou com muita competência, paciência e dedicação em doutores!!!! E em pouquíssimo tempo!!!
Extremamente estudiosa no assunto, desde o primeiro dia, com toda segurança e explicação para tudo que ela tem, nos mostrou logo que realmente seria a melhor pessoa para cuidar da alimentação de nossa filha. Sei que ela às vezes deve ter “queimado muito as pestanas” para achar soluções e possibilidades alimentares para Jujuba, mas sempre conseguiu ajustar e balancear sua alimentação de um modo muito suave e que Julia sempre aceitou muito bem.
sábado, 21 de agosto de 2010
A oitava festinha infantil do Mês de agosto
Beijos em Todos!!!!!!






