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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Bomba de insulina limita os nossos filhos???

Jujuba diabéticaPara quem ainda tem dúvidas se a BOMBA DE INSULINA limita ou não as brincadeiras de nossos filhos, Aí está uma grande prova que NÃO, não limita!!!!


Olha a Jujuba Feliz da Vida no Jump!!!! Felicidade total e explícita!!!!! E a bomba não atrapalhou em nada, muito pelo contrário!!!! Glicemias boas= criança bem e feliz!!!! E onde está a bomba de insulina? Presa em sua cintura com a bolsinha de malha feita pela Vovó!!!! Suuuper segura!!!!!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Criança Feliz!!!!

Para mim, ser criança não se limita a um período biológico, a uma faixa etária. Ser criança está muito mais relacionado a um estado de espírito. Uma busca incessante e curiosa pelo novo, por aquilo que nos faz felizes, vivendo o momento e sem se preocupar com nada mais além do que a alegria do presente.
DSCN4024Ser criança é aprender e fazer do processo de aprendizagem nada mais do que uma singela brincadeira, sem compromisso que não seja o de se fazer o que gosta, do jeito que gosta e apenas pelo tempo em que o interesse seja convergente com estado de espírito que não tem lugar para apreensão ou medo.
Desafiar constantemente os limites, com uma sede perene pelo novo que nos impulsiona em direção ao crescimento, que aos poucos nos afasta do mundo colorido do imaginário na direção de uma vida adulta.
Mas as vezes a vida nos exige comportamentos “adultos” um pouco mais cedo. Para os pequenos diabéticos a exigente rotina e os cuidados constantes demandam uma atenção muitas vezes acima do que o esperado para a idade e estágio de desenvolvimento. Nessas horas estaremos lá para ajudar. Para fazer do momento da medição da glicemia ou da contagem de caboidratos apenas uma pequena parada na direção da próxima brincadeira. Preocupação e o estabelecimento de limites são necessários, mas sem impedir novas experiências, descobertas e brincadeiras. O momento da insulina permite que a vida continue seu rumo, repõe o que falta corrigindo a trajetória para uma vida plena.
Plenitude, sem tratamento privilegiado. Apenas mais uma criança, que vai crescer na estrada da autonomia cada vez precisando menos dos pais e familiares, sem fazer disso um fardo. Tudo isso depende em grande medida de nossa postura. Como encaramos a doença e as naturais dificuldades do tratamento faz toda a diferença.
Que nesse dia busquemos inspiração para novas brincadeiras na hora de escolher o local da aplicação da insulina ou o dedinho no qual se fará a medição da glicemia. O momento do amadurecimento e da autonomia vai chegar – e talvez antes de que nós, pais corujas, possamos perceber – Mas por enquanto nada vai impedir uma vida colorida e feliz para minha pequena princesa, pois a sua felicidade é a nossa.
MARCOS, Pai da Jujuba

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Como se escreve...?

Recebi esta mensagem hoje do meu marido e não podia deixar de compartilhar...
Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. 
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora. 
Professora, como a gente escreve...? 
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. 
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho. 
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela. 
Mamãe, como a gente escreve...? 
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. - Foi a resposta dela. 
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai. 
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai. 
Papai, como a gente escreve...? 
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta. 
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. 
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo. 
Os anos rolaram... 
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse: 
Este aqui é você, papai! 
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo. 
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: 
Eu volto logo! 
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou: 
Papai, como a gente escreve amor? 
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: 
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o. 
* * * 
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive. 
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição. 
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha