terça-feira, 17 de julho de 2012

Os filhos que estamos criando – Bela reflexão!

Recebi este e-mail e tinha que compartilhar com vcs!!!! Muito bom!!!!

Os filhos que estamos criando

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.
O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O diretor perguntou: "Tiveste alguma bolsa na escola?" O jovem respondeu: "nenhuma".
O diretor perguntou: "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades?" O jovem respondeu: "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor perguntou: "Onde trabalha a tua mãe?" E o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa."
pais-e-filhosO diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou: "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?" O jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O diretor disse: "Eu tenho um pedido.  Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"
O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."
O diretor pediu, "Por favor diz-me o que sentiste."
O jovem disse: "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O diretor disse: "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe.
O desempenho da empresa melhorou tremendamente.


Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas para ensinar o amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e a aprendizagem da habilidade  de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Quais  são as pessoas com mãos enrugadas  por  mim?

segunda-feira, 16 de julho de 2012

{MÃES EM AÇÃO} - A introdução do Diabetes no dia-a-dia de toda a família

TEXTO DA COLUNA MÃES EM AÇÃO DO SITE DE BEM COM A VIDA. CONFIRAM!
A introdução do Diabetes no dia-a-dia de toda a família
13/07/2012

juliaepais Júlia nos seus um ano e dois meses de idade já não era mais a mesma criança alegre, risonha e feliz de antes... Estava irritada, não dormia direito, acordava duas ou três vezes à noite pedindo água, um pouco apática para brincar, sempre com muita fome... Para tudo tínhamos uma explicação: é o crescimento, o calor, é uma fase... Só viemos nos dar conta do que estava acontecendo quando as fraudas começaram a vazar, e finalmente, numa noite em que encontrei o berço ensopado de xixi atinei que poderia ser diabetes.

No dia seguinte, domingo, antevéspera de Natal, ligamos para nossa prima Jamile que é a endocrinologista da família e ela abriu o consultório para examinar Júlia e fazer o exame de ponta de dedo. Nossa família estava toda reunida, avós, tios e primos...

O dextro deu "Hi", ou seja, a glicose estava tão alta que o aparelho nem conseguiu medir. Ali mesmo Dra. Jamile já deu o diagnóstico: "Com todos esses sintomas e com essa glicemia, não precisa nem fazer o exame laboratorial para confirmar. É diabetes tipo 1"

Nosso mundo caiu ao ouvir aquele diagnóstico!  Não só o nosso, mas o de toda família. Foi um desespero geral! Chorei copiosamente por uns minutos... Mas alguém dali precisava se acalmar... Eu então respirei fundo, levantei a cabeça e perguntei para a médica: "E agora como cuido da minha filha?".

Dra. Jamile calmamente explicou para todos o que era o diabetes tipo 1, falou sobre todos os tratamentos e nos explicou principalmente que Júlia não deveria ser tratada diferente por conta disso, que ela só iria requerer alguns cuidados a mais e que ela poderia e deveria ter uma vida completamente normal desde que todos da família quisessem.

Essa conversa inicial, com uma pessoa de muita confiança, foi muito importante não só para nós os pais, mas principalmente para os avós e tios que estavam ali tão desesperados quanto nós. O fato de Júlia já sair dali diagnosticada e medicada sem precisar ser hospitalizada também foi essencial!

juliaeavosO diagnóstico de diabetes requer uma série de mudanças no cotidiano de toda a casa, na alimentação, nas relações com o exercício físico, com as medicações... É um processo educacional contínuo e que cada família enfrenta de uma forma diferente. Existem as que "abraçam a causa", as que superprotegem, as que negam a doença, as que lidam de uma forma tão perfeccionista que nada está bom o suficiente, entre outras.Com o passar dos anos fomos cada vez mais descobrindo que o diabetes não é uma doença individual, mas uma doença de família. Nossa família sempre nos deu muito apoio.  Sempre foi nosso porto seguro para tudo e não seria nessa situação que deixaria de ser. Todos "arregaçaram as mangas" e aprenderam junto conosco como cuidar da Juju. Mas infelizmente sabemos que nem sempre isso acontece.

É importante que todos estejam juntos e em sintonia para que o tratamento funcione como deve ser. É preciso que haja a participação de todos nessa caminhada. Não adianta, por exemplo, a criança fazer um tratamento todo controlado quando está com os pais se nos dias que for para a casa dos avós o descontrole é total, ou se os pais são separados e no fim de semana da quinzena do pai a criança fica tão descontrolada que chega a ser hospitalizada.

O apoio da família se mostra fundamental para o modo como o paciente vê a doença, para uma vida mais feliz e principalmente para uma boa aceitação e controle.

Decididamente após o diabetes nossa vida mudou, mas mudou para melhor! Somos muito mais unidos, damos mais valor às pequenas vitórias, somos mais cuidadosos uns com os outros, mais companheiros, mais presentes... Nossa família definitivamente reflete o modo como vemos o diabetes. Com amor!

domingo, 15 de julho de 2012

Manual de diabetes para escola – Roche

E amanhã voltam as aulas da Júlia… Volta à Rotina, voltam os cuidados na escola, as aulas complementares à tarde, e o meu “tempo extra” que consigo ter nas férias dela acabam… Snif!

Como acho que a maioria já sabe, fiz para a Júlia um manual específico para o uso da bomba de insulina para a escola (Clique aqui para baixar) pois nunca achei nenhum manual que fosse simples e com todas as informações necessárias.

No novo portal da Accu chek tem um manual muito legal para a escola…  É o “Manual com Diretrizes para Professores de Crianças com Diabetes” Muitas informações boas… Vale a pena conferir e levar para a escola de seu pequeno. Eu já levei para a da minha!

Este é o link direto: http://www.debemcomavida.com.br/media/14152/guia_dbcv_professores_a4.pdf

Aí está em imagem para quem não tiver como baixar em PDF:

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sábado, 14 de julho de 2012

2º Encontro do grupo DM1 de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.

Divulgando o encontro para o pessoal que mora no Rio de Janeiro!

Esse Grupo é ótimo!!! Conheci alguns dos membros e fiquei encantada!!!!

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

O FORNECIMENTO DE INSUMOS PARA O TRATAMENTO DA DM1 PELO ESTADO

Por Marcos Ehrhardt , Pai da Jujuba

balanca.e.justica (1)Essa semana recebemos um pedido de ajuda da Natália, mãe da Marcela, diagnosticada com DM1 desde novembro de 2011. A dúvida dela é a mesma que aflige centenas de famílias que ainda sobre o impacto do descobrimento da doença de seus filhos se dão conta, da pior maneira possível, que não será nada fácil custear o tratamento. Parece simples: aparelho e tiras reagentes para medição de glicemia, insulina, algumas agulhas e pronto... Na prática, é um pouco mais complicado do que isso... Com algumas semanas percebemos que as despesas incluem consultas ao endocrinologista, nutricionista, necessidade de exercícios físicos, redução da disponibilidade dos pais para o trabalho por conta dos cuidados com os pequenos, alterações na alimentação e invariavelmente aumento das despesas com isso... a lista só faz aumentar.

Ao contrário da grande maioria dos diabéticos portadores de DM2 (normalmente uma caixa por mês resolve), o custo com tiras reagentes e agulhas para os portadores de DM1 é considerável. A política dos laboratórios é muito parecida com as empresas que comercializam impressoras: o aparelho não é tão caro, mas em compensação, o custo mensal para aquisição das tiras, ultrapassa em muito o valor do medidor. Logo no início, com 8 medições diárias, precisamos de 240 tiras, ou seja, pelo menos 5 caixas. Isso se o cuidador for disciplinado e não desperdiçar tiras (pouco sangue, erro, crise de hipoglicemia e aumento da necessidade de medição)... Suportar o custo do tratamento não é brincadeira, ultrapassa em muito o valor do salário mínimo. Isso mesmo, aquele valor que segundo a lei deve ser suficiente para as despesas com moradia, alimentação, educação, vestuário e lazer... Aumento dos gastos, nova rotina, menos disponibilidade para trabalhar e ganhar mais dinheiro... Imagine se o irmão do recém diagnosticado também desenvolver a doença... Não é brincadeira... O tratamento deve ser contínuo. Para profissionais liberais e autônomos, com renda variável, não importa se o mês foi bom ou ruim, as contas chegarão...

Já escrevi sobre isso noutra oportunidade, mas não custa repetir:  segundo o art. 5º, inciso V, da Constituição Federal de 1988, “garante-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida”. No artigo  6º, que trata dos direitos sociais encontramos disposto que “são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição." O sentido e alcance do dispositivo citado é obtido através de simples leitura do disposto no art. 196 de nosso Texto Fundamental: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Quando estamos tratando dos interesses de uma criança pequena, incidindo ainda o disposto na Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente: “Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à  saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”; Na mesma lei, no art. Art. 7º, encontramos disposto que “a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência”, sendo assegurado atendimento médico à criança e ao adolescente, através do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde (art. 11). E o mais importante: incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles que necessitarem os medicamentos.

Como já decidiu reiteradamente o Supremo Tribunal Federal, "o direito público subjetivo à saúde representa prerrogativa jurídica indisponível assegurada à generalidade das pessoas pela própria Constituição da República", possuindo natureza de direito subjetivo,  imperativo da solidariedade social, que não pode sofrer embaraços por parte das autoridades administrativas.

Existe uma Lei Federal específica assegurando aos diabéticos o direito ao tratamento. Trata-se da Lei nº 11.347, de 27 de setembro de 2006, assegura a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários à sua aplicação e à monitoração da glicemia capilar aos portadores de diabetes. Essa obrigação é do Poder Público municipal, estadual e federal, concorrentemente, ou seja, os pacientes podem requerer tratamento em qualquer âmbito da administração pública.

A ausência de recursos municipais não serve de justificativa para negativa do tratamento. Se está difícil obter o tratamento junto ao município, deve-se buscar na Secretaria Estadual de Saúde, primeiro administrativamente e se for o caso, judicialmente... Também é possível demandar o governo federal para assegurar o tratamento.

Estamos tratando de um direito assegurado por lei e precisamos garantir sua efetividade, de modo eficiente e contínuo, para garantia de um bom tratamento e qualidade de vida para os pacientes.

Rio de Janeiro <parte 3> – Diabetes e Viagem

IMG_1637Sempre que vou viajar com Júlia, fazer sua  mala “come o meu juizo”!!!! Tem que ser tudo super organizado para não esquecermos de nada e para que nenhum insumo falte para ela durante a viagem, até porque, os insumos para a bomba de insulina não se vende em fármácias comuns e nem especializadas…

Faço sempre uma listinha das coisas “coisas normais”e outra listinha para “o diabetes”

Na listinha normal, faço antes os conjuntinhos – Roupa, calcinha, calçado e acessórios de cabelo -para não esquecer nada, e faço a necessaire  com shampoo, condicionador, sabonete etc. Faço também uma bolsinha com os remedinhos mais comuns que ela usa: De febre, de enjoo, de vômito, de dor de barriga para se por acaso precisar…

Na listinha de insumos para 5 dias de viagem contei o seguinte:

- O kit completo da bomba (Bomba + smart control)

- 1 caixa de fitas performa extra (com 50 unidades) + a que já está no kit

- 1 cânula para cada 2 dias de viagem + 2 cânulas reserva – Levei 5 cânulas (2 simples e 3 completas)

- O aplicador da Cânula

- 10 Bulbos de lancetas

- O lancetador

- 1 insulina extra (no caso dessa viagem, como tinha trocado a pouco tempo a insulina da caneta  que mantemos na bolsinha de insulina dela, se precisasse usaria ela)

- Lencinhos de álcool ou algodão e álcool 70%

- A chave para trocar a Canula

- Pilhas extras para a bomba de insulina e para o Smart Control

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Fiz uma mochila para levar de bagagem de mão dentro do avião. Dentro coloquei: O Kit insulina Jujuba, um casaquinho para se ele tivesse frio, uma roupa extra para se algo acontecesse, um pacote de lenços umedecidos,  e umas comidinhas caso ela não gostasse da comida do avião (ou não tivesse) ou do aeroporto que faríamos conexão.

Levamos também umas revistas de atividades, lápis coloridos, o ursinho pimpão (companheiro inseparável da dormida), e o Nitendo DS para ela se distrair.

DSC_9892Não podíamos esquecer também como já falei na postagem anterior de duas coisas muito importantes: A certidão de nascimento original (já que no avião estava só com ela) e uma declaração de diabetes caso alguém encrencasse de alguma forma com a bomba de insulina. Mas isso não aconteceu.

Para andar na cidade que estamos visitando,  andamos normalmente com a bolsinha comum de insulina (o kit inseparável) que ela usa no dia a dia – o Kit Jujuba , e um lanchinho para alghuma emergência. Não precisa mais que isso.

Em viagem, por sairmos tanto da rotina,  muitas vezes nos distraimos e passamos das horas das refeições. Então temos que ficar sempre atento a isso. Apesar de que, no nosso caso, após a bomba de insulina temos muito mais liberdade nos horários e quantidades das refeições. conseguimos controlar muito melhor tudo isso.

De resto é só aproveitar cada momento e curtir nossas férias….

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Rio de Janeiro <parte 2> Workshop Accu chek em Niterói

A nossa médica, Dra Susana Chen, em parceria com a Luciana Santos, representante da Roche Diagnóstica no Rio de Janeiro, bolaram um workshop muito diferente para os pacientes da Dra Susana em Niterói.

Ela nos fez o convite há um tempo atrás para que participássemos desse “bate papo” com os pacientes dela, contribuindo com nosso depoimento e nossa experiência de pais e usuários… Aceitamos na hora, claro! Por nossa queridíssima Susana damos a volta no mundo se for preciso!!!!!

Esse se tornou o motivo principal de nossa ida para o Rio de Janeiro e aproveitando o ensejo, resolvemos ficar por lá mais uns diazinhos para aproveitar as férias de Jujuba e para matar um pouco as saudades de nossa família carioca.

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Além dela mesmo(Susana) e da Fernanda (DM1 e usuária de bomba que amei conhecer) do laboratório Roche, Ela chamou também para participar do workshop , a nutricionista Haline Pereira, profissional competentíssima, especialista em contagem de carboidratos, para falar um pouco sobre alimentação e a importância da contagem de CHO para o uso da bomba de insulina.

Acho que isso fez toda a diferença no workshop! Como Susana programou, não foi uma tarde apenas de informações técnicas sobre um produto. Foi uma tarde de troca de experiências e de informações, com todas aquelas 30 famílias que estavam ali… Muuuito bom!!!!!

Tenho um pouco de dificuldade para falar… Acho sinceramente que sou muito mais articulada escrevendo do que falando. Me enrolo toda, gaguejo, gesticulo demais, tenho brancos repentinos, enfim, não tenho muita intimidade com “falações” em público mesmo que seja sobre um assunto que domino tanto. Mas apesar de ter emperrado um pouco por conta dos slides que insisti em fazer (Os slides ficaram uma gracinha), acho que desenrolei melhor do que eu esperava…. Falei um pouco além do tempo (para não falar muito) mas, acho que no fim o resultado foi positivo!

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Preparamos também para nossos novos amigos uma lembrancinha para que eles sempre lembrem da gente… Um mimo para mostrar o quanto aquele dia estava sendo especial para nós…

Teve também um recreador para as criançada. Elas brincaram a tarde inteira juntas no pátio enquanto nós pais e médicos, trocávamos ideias no auditório da escola. O lanche coletivo foi detalhadamente preparado para aquelas famílias com Contagem de Carboidratos e tudo!!! Estava uma delícia!!!! Um exemplo!

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Conhecemos muuuita gente legal!!! Adorei conhecer pessoalmente as nossas amigas não mais só virtuais Giselle e sua filha Duda, a Nívea e sua filha Carolzinha, a Aliene e sua filha e xará da minha Júlia e a Camilla e sua filhota linda Mari, que só tínhamos contato pelo Bate Papo Diabetes no Facebook. Conheci também o Eduardo e sua familia (que só tinha falado conosco por telefone), a família da Deuzenir, da Angela, da Shirlei, e tantas outras que tivemos o enorme prazer  em dividir experiências (e que não lembrei os nomes no momento)… Não podemos esquecer de mencionar também que conhecemos finalmente a família da Susana – O Heitor, A Iris o Davi, a Tia e o doce do sogro dela. Uma família linda e de muito amor!!!!!

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Foi realmente um momento único, daqueles que não queremos que termine…. Como disse a minha amiga Nívea, cinco horas definitivamente não bastou!!!!

Parabéns Susana e Luciana por esse grande evento que vocês organizaram!! Que seja o primeiros de muitos!!!! Que a Roche se utilize desse modelo de workshop para todo o Brasil!!! Com certeza foi muito mais proveitoso para todos os convidados, muito mais humano e muito mais bem sucedido!!!!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Rio de Janeiro <Parte 1> E o Rio de Janeiro continua lindo…

IMG_0376Fizemos uma viagem de 5 dias para a cidade maravilhosa… Lá fizemos muita coisa interessante e conhecemos muita gente legal… Mais um “doce” desafio e muito aprendizado em minha vida…

Resolvi dividir nossa experiência em 3 postagens… Uma falando sobre a viagem em si, outra falando sobre o workshop que participamos e a terceira falando sobre viagem e Diabetes… Vou tentar postar em dias seguido para ficar mais fácil de entender, ok?! então lá vai a primeira:

E o Rio de Janeiro continua lindo…

jujubadiabetica 0Malas prontas, listinha de insumos conferida (Vou falar disso num post separado)e lá fomos nós para o aeroporto…

A princípio fiquei um pouco apreensiva para passar pelo Raio X do embarque… Não tinha ainda viajado de avião com a Julia, pós colocação da bomba… Então para a nossa segurança, tratei de levar além da certidão de nascimento original (já que Marcos estava indo em outro avião),  uma declaração de diabetes da Júlia… Porém não tivemos problema nenhum, passamos tranquilo pelos policiais federais, sem indagações ou encrencas…

Optamos por fazer uma programação bem criança mesmo…. Uma programação para Julia se divertir e aproveitar um pouquinho esses dias de férias…

Na quinta feira levamos Júlia para o Pão de açúcar para andar de bondinho. O dia estava lindo e o pôr do sol maravilhoso.

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Na sexta o priminho carioca da Juju, O Guguinha, veio de Teresópolis só para passar o fim de semana com ela… Foi uma farra só… Tentamos levá-los para o passeio de trenzinho do corcovado mas os trens estavam super atrasados e não deu para irmos… Reprogramamos para domingo e passamos a tarde brincando na Lagoa… Muuuuito bom!!! Depois Jujuba foi conhecer o resto dos primos cariocas, Tia Mari, Tia Bibi e o João…

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Sábado fomos para Niterói… Demos uma passadinha pelo MAC (que Julia estava carinhosamente chamando de Disco voador), almoçamos com a médica da Júlia, Dra Susana Chen e sua familia e fomos para o Evento de crianças DM1 paciente dela (evento que foi o estopim da viagem)…

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jujubadiabetica 7Domingo choveu horrores!!!! Tinhamos programado de dar uma passada na maratona do Rio para tentar conhecer Sarah Rubia e Igor, depois iamos para o cristo e terminariamos o dia no zoológico, porém toda nossa programação foi literalmente por água abaixo!!!! Terminamos passando o dia no shopping e indo para um espetáculo de circo que foi muito ruim (rsrsrsrs… mas valeu pelas companhias)…

Enfim, a viagem foi muito proveitosa!!!! Jujuba amou e nós também!!!!!! Nada melhor que uns diazinhos em familia e com muitas coisas boas para renovar as energias…

Já estou com saudades!!!!!!

terça-feira, 3 de julho de 2012

O lápis

Recebi por e-mail e não podia de forma nenhuma deixar de compartilhar com todos…..

O lápis

Um menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:

- Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu, e disse ao netinho:

- Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
- Mas este lápis é igual a todos os que já vi. O que ele tem de tão especial?
- Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo – respondeu o avô.


- Primeira qualidade: Assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça que existe uma “mão” que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade: a mão de Deus.

-Segunda qualidade: Assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um “apontador”. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.

- Terceira qualidade: Assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.


- Quarta qualidade: Assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.


- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas nas vidas das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, marcando positivamente a vida das pessoas.



domingo, 1 de julho de 2012

Novo Portal De Bem com a Vida da Roche Diagnóstica

portal de bem com a vidaNo início do ano, recebi da equipe Roche Diagnóstica um convite muito legal para um novo projeto que eles estavam bolando : Fazer parte como colunista no novo Portal de bem com a vida.
O Portal de Bem com a vida se propõe a ajudar pessoas que tem diabetes a dividirem experiências e conteúdo sobre tratamento e principalmente dia a dia.
Aceitei na hora!
À principio estava programado para ser lançado em março desse ano, mas eles terminaram “caprichando mais” e hoje finalmente chegou o dia do seu lançamento.
DBCV
coluna mães em ação
 
 
 
 
Achei mais legal ainda quando descobri que dividirei esse novo espaço, com uma pessoa que acho fantástica: a Nicole, mãe da Vivi, do blog Doce Vittória… Juntas poderemos fazer um trabalho bem interessante para levar informação,  nossa experiência e pricipalmente  um pouco de conforto para o coração dos doces pais…. O nome da coluna ficou bem ótimo: “Mães em ação”
Esperamos que vocês gostem!!!!!