Por conta disso, meio que abandonei o blog essa semana... Não gosto de fazer isso, mas não tive muita escolha... Prometo tentar colocar as postagens em dia na semana que vem...
Beijo em todos!!!!!
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Afinal de contas, o diabetes bem controlado exige sacríficios por parte do paciente: ter que se alimentar em horários e quantidades previstas, ter que se exercitar, tomar injeções diárias ou comprimidos.Oi Carolina, muito prazer.Eu tenho 13 anos e a 3 convivo com a diabetes tipo 1.
Fiquei muito emocionada em ver a trajetória da sua pequena Júlia e o seu esforço para ajuda-lá, sei que é de grande valor toda a sua dedicação. Parabéns pelo blog, através dele e da sua iniciativa você consegue ajudar muitas pessoas, pois a informação é algo muito importante para quem tem essa doença.
Eu por exemplo, encontrei aqui muitas coisas que eu não sabia e que a partir de agora vou colocar em pratica no meu dia a dia. A diabetes é um problema que não impede a pessoa de fazer coisas normais, porém exige-se atenções especiais, eu não me considero uma pessoa DOENTE.
Eu prefiro pensar assim: Eu sou uma menina normal, porém devo respeitar as minhas limitações. E assim eu vou vivendo, com essa correria: insulina 4 vezes ao dia, exames de glicemia capilar varias vezes ao dia, alimentação controlada,hipo e hiper glimecia, mas eu nunca desanimo, pois eu tenho a ajuda dos meus amigos, das minhas professoras, familiares, e acima de tudo, o apoio dos meus pais, que também não medem esforços para me ver feliz. Eu amo viver, isso basta. É dificil para mim e imagino então para a Julia, mas a gente aguenta.
Que você, o seu marido, e a sua linda filhota saibam sempre superar os obstáculos da longa caminhada da vida, e que acima de tudo, a felicidade reine em seu lar. novamente, Parabéns, você é uma grande mulher, e a sua filha, uma doce jujuba diet hehehe.
A vida as vezes coloca em nossos caminhos ...muros, obstáculos, e barreiras... onde devemos lutar, tentar e finalmente conseguir vence-los. Então lute, e nunca desista dos seus sonhos e objetivos, um simples problema não é capaz de estragar a sua vida.
Um grande abraço, e o meu muito obrigado!
Maine.
Na hora de procurar a fantasia mais adequada para a criançada, os pais não podem esquecer alguns cuidados básicos. Não basta escolher trajes alegres e brilhantes ou optar pelos personagens favoritos dos filhos. Segundo o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro, Dr. Edson Liberal, a preocupação maior deve ser com o conforto e com a saúde dos pequenos. Segundo Edson Liberal, a primeira dica é pensar que em todo o Brasil está muito calor. Então, a recomendação é usar uma fantasia leve e que cubra uma menor parte possível do corpo. "Nada de fantasias pesadas. Se a criança veste uma roupa que cobre todo o corpo tende a transpirar mais, perder mais suor, e a possibilidade de desidratar com esse calor é muito grande", completa. Ou seja, vestidos e macacões de manga comprida não combinam com calor. A Preferência deve ser por vestimentas mais frescas. Por isso, o ideal é evitar tecidos sintéticos, que não permitam a pele "respirar", deixando a criança mais acalorada. Além disso, tecidos como lycra, nylon e cetim, tingidos com muita coloração, podem desencadear irritações na pele, que podem ser transformadas em feridas e machucados doloridos em curto prazo. O pediatra também destaca que é importante evitar maquiagens e pinturas que possam irritar e causar alergias nos pequenos. Os pais devem optar por maquiagem hipoalergênica ou pintura de rosto atóxica, apropriada para uso em crianças. Ao chegar em casa após a folia, a dica é hidratar bem a pele da criança após o banho, para evitar irritações. Na hora de escolher o calçado, a indicação são os tênis, as sandálias e os sapatos baixos ou até mesmo botinhas confortáveis, que dêem boa sustentação aos pés e evitem as desconfortáveis bolhas. E para a criança não se perder, a orientação é os pais colocarem uma identificação na fantasia com nome e telefones para contato. |
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| Jujuba e seus coleguinhas hoje sairam da escola assim!!! Linda!!! |
Hoje é dia de consulta com a endócrino-pediatra da Júlia... Vamos ver quais serão as novidades que a querida Tia Susana terá para Jujuba dessa vez....Existe coisa mais decepcionante do que sair do consultório médico com as mesmas ou mais dúvidas do que entrou? Ou pior ainda: deixar o consultório com a receita médica na mão e não entender por que precisa utilizar insulina ou qualquer outro medicamento?
Quando isso acontece, há algo errado na relação entre médico e paciente. É o que garante o cardiologista Protásio Lemos da Luz, diretor da Unidade de Aterosclerose do InCor-HC e autor do livro “Nem só de ciência se faz a cura” (Editora Atheneu). “O paciente só deve sair do consultório quando souber exatamente o que fazer e por quê”, ressalta. “No caso do diabético, é importante ouvir explicações detalhadas para dimensionar a seriedade das conseqüências associadas à doença e ter uma idéia bastante precisa de como se tratar para evitar estas complicações”.
A escolhaO primeiro passo para uma boa consulta é escolher criteriosamente o médico que irá atendê-lo. Segundo Protásio da Luz, a formação é a mais importante referência. “Especialidades e pós-graduação são títulos que dão credibilidade.Essas informações são facilmente obtidas pela internet”, diz ele. Outra dica é confi ar no boca-a-boca. “As indicações de conhecidos são úteis, pois costumam ser fiéis e sinceras”.Os critérios de escolha também valem para os que procuram o médico pelo livro do convênio. Se ele não agradar, o portador de diabetes pode e deve ouvir outro especialista do convênio até achar o mais adequado. “O mesmo procedimento serve para o SUS (Sistema Único de Saúde)”, garante Protásio da Luz.A consultaPronto, escolhido o médico e marcada a consulta, chegou a hora de saber como se portar dentro do consultório.“O paciente deve informar, corretamente, tudo o que o médico perguntar e eventualmente o que ele não perguntar”, enfatiza o cardiologista do InCor-HC. A consulta médica se baseia em grande parte no histórico familiar e nos sintomas do paciente, mas nem por isso as pessoas precisam se preocupar com termos técnicos. “Quem tem que saber termos técnicos é o médico, o paciente é leigo e deve se preocupar apenas em passar a informação completa e precisa”. Se o paciente se sentir mais seguro pode levar um roteiro com dados importantes do seu dia-a-dia, como variações de índices glicêmicos, ocorrência de cansaço, dores e tonturas, periodicidade de vezes que urina, detalhes da dieta alimentar e, principalmente, a freqüência e a intensidade dos exercícios.Muitas vezes as pessoas levam um parente na consulta, o que não é nenhum problema desde que o acompanhante não atrapalhe a conversa entre o médico e o paciente. “Mais de um acompanhante só complica o atendimento e, às vezes, o paciente pode ficar inibido com muita gente”, ressalta o médico. No caso de crianças, em compensação, a presença dos pais é fundamental.A linguagemA consulta não deve ser um monólogo e sim uma troca de informações. É importante que o médico esclareça as dúvidas do paciente e use linguagem acessível ao leigo. O paciente pode e deve questionar o médico quando não entender algo. Ele só precisar tomar cuidado para não confiar em informações incorretas, muitas vezes divulgadas pela mídia, e nos mitos sobre a doença.“Siga o tratamento recomendado pelo médico e, se a conduta sugerida pelo especialista não estiver dando os resultados esperados, ouça uma segunda opinião”, insiste Protásio.Para ele, uma boa consulta demora, em geral, de 30 minutos a 1 hora. No entanto, no SUS e nos sistemas oferecidos pelos convênios nem sempre isso acontece. As consultas geralmente são bem mais rápidas porque as salas de espera estão lotadas e o paciente se sente inibido para perguntar.Resultado: sai do consultório cheio de dúvidas. “Infelizmente essa é uma limitação do sistema de saúde pública e dos convênios. Uma maneira de enfrentar isso é fragmentar o total de perguntas e tentar esclarecê-las aos poucos, levando as dúvidas a cada retorno”, aconselha ele.A relaçãoPara que o tratamento seja um sucesso, é preciso estabelecer uma relação de simpatia, confiança e honestidade com o médico. O especialista assegura que, se o paciente tiver a informação correta sobre a natureza da doença, as conseqüências dela e o porquê de determinados tratamentos a aderência dele ao tratamento aumenta. “O paciente precisa sair do consultório convencido do que tem de fazer porque existem razões para aquilo”, destaca o médico. “No caso do diabetes, que é uma doença a longo prazo, é preciso esclarecer que mudar o estilo de vida é fundamental. O tratamento engloba exercício físico, dieta alimentar e medicação”.Visitar periodicamente o médico é outro aspecto importante no tratamento do diabetes. O paciente não pode ficar na dependência de sintomas, pois o diabetes é uma doença “silenciosa”. Quem determina a periodicidade das visitas é o próprio médico e, claro, a situação clínica do paciente. “Só não deixe passar de um ano”, alerta o especialista.Contar com uma equipe multidisciplinar, que inclui endocrinologista, nutricionista, psicólogo e preparador físico, é sempre mais indicado. No entanto, muitas vezes o paciente não tem tempo nem condições financeiras de visitar todos os especialistas. Isso não é necessariamente um problema: um bom endocrinologista pode conduzir o tratamento sozinho e, caso ele sinta necessidade de indicar um nutricionista ou psicólogo, irá fazê-lo.A avaliaçãoA consulta médica terminou e agora é preciso avaliar se ela foi boa ou não. De acordo com o cardiologista Protásio da Luz, o paciente deve avaliar se o médico se interessou pelo caso, se é seguro, se colocou-se à disposição do paciente e, lógico, se a evolução do tratamento está sendo positiva.Em suma, é importante verificar se o índice glicêmico vem baixando com o tratamento proposto pelo médico e se ele saiu do consultório convencido dos motivos que exigem dele dieta alimentar, exercício físico e aplicações de algum tipo de medicamento.Dicas para avaliar um médico• Competência: em casos simples de diabetes, qualquer clínico consegue tratar o paciente. Em casos mais complicados, o médico não-especialista vai ter certas dificuldades. Em relação a diagnóstico e tratamento do diabetes, mudanças de conceitos acontecem com freqüência e apenas especialistas são mais preparados para enfrentar essas situações.• Humanismo: para fazer medicina clínica é preciso gostar de gente. O médico tem que juntar a parte científica com o lado humano. Cada paciente que entra no consultório tem suas particularidades, ou seja, tem temperamentos, personalidade e expectativas diferentes. O médico precisa compreender isso também.• Disponibilidade: atendimento médico é um compromisso com o paciente e isso não se prende a calendário nem horário. As pessoas precisam do médico em diferentes circunstâncias e horas do dia. O médico tem que se colocar à disposição do paciente.
Fonte: Editora Lua - Sabor & Vida Diabéticos