quinta-feira, 17 de março de 2011

Volto próxima semana...

Pensem numa semaninha difícil essa!!! Parece que todas as coisas que estavam acumuladas desde o ano passado, as pessoas resolveram querer colocar em dia esta semana, e eu estou tendo que me virar em 20 para isso... Fora, casa, Jujuba,Maridão e tudo mais...
Por conta disso, meio que abandonei o blog essa semana... Não gosto de fazer isso, mas não tive muita escolha... Prometo tentar colocar as postagens em dia na semana que vem...
Beijo em todos!!!!!
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sábado, 12 de março de 2011

Testando postar no blog pelo celular...

Ganhei do meu amado paizinho (que por sua vez tinha ganho do meu amado irmãozinho, porém não soube usar...hehehe) mais um aliado para o blog e para a minha comunicação com todos... Um smartfone... Êbaaaaa!!!!! Agora posso postar de onde eu estiver, e na hora que tiver vontade.... E viva a liberdade de comunicação!!!!
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quinta-feira, 10 de março de 2011

É perfeitamente possível conviver com o Diabetes. Adaptar-se ao Diabetes exige uma Reeducação nos Abitos e Costumes.

A educação em diabetes é uma atividade vital para o controle da doença.

Hoje em dia a educação em diabetes vem sendo considerada uma das atividades vitais, uma vez que é através de um processo dinâmico e contínuo de aprendizado que poderá incorporar os conhecimentos de que precisa.
É importante salientar, no entanto, que a educação em diabetes não se limita a "ler um livrinho" ou assistir a uma palestra sobre o assunto. Ela requer um empenho total, não só para aprender cada vez mais, mas, principalmente, para praticar cada vez mais aquilo que aprendeu.


Outros fatores de sucesso no controle do diabetes

A motivação pessoal, a disciplina e a força de vontade são requisitos fundamentais para um bom controle do diabetes.
Afinal de contas, o diabetes bem controlado exige sacríficios por parte do paciente: ter que se alimentar em horários e quantidades previstas, ter que se exercitar, tomar injeções diárias ou comprimidos.
O apoio social e familiar, aliado a um bom equilíbrio emocional, cria condições favoráveis ao reforço de atitudes positivas em relação à doença. O estresse emocional pode ter consequências bastante negativas para o controle glicêmico.

Automonitorização: O Controle Domiciliar do Diabetes.

Quem tem diabetes precisa saber a quantas anda o controle de sua glicemia nas diversas horas do dia e durante todos os dias. Provavelmente, a maioria ainda só faz um exame de glicemia a cada seis meses ou um ano, quando visitam o médico para sua avaliação periódica.
É evidente que essa informação tem pouca ou nenhuma valia, uma vez que a glicemia se altera a cada minuto, sujeita a vários fatores e, assim, esse exame feito a cada seis ou 12 meses pouco diz sobre o estado real de controle do paciente. Hoje em dia, a moderna tecnologia já dispõe de mini-aparelhos portáteis e automatizados para permitir a realização da glicemia, pelo próprio paciente e com apenas uma pequena gota de sangue, com resultado a partir de 12 segundos. Com esse tipo de recurso disponível, o exame de sua glicemia pode ser feito em casa, na hora que precisar e sem dificuldade. Os resultados são precisos e confiáveis.

Automonitorização

É o nome dado a essa prática que permite a quem tem diabetes realizar em casa suas glicemias de controle.
Testes de glicose na urina também estão disponíveis para controle domiciliar e constituem uma prática bastante comum. Entretanto, os testes urinários de glicose apresentam várias limitações e, hoje em dia, estão perdendo sua popularidade para os testes sangüíneos (glicemia).

quarta-feira, 9 de março de 2011

Células tronco do cordão Umbilical


Coleta de células tronco do cordão umbilical do bebê desde o inicio deste ano está sendo feita em nossa cidade, Maceió...
Antes o preço era estratosférico.... Pelo menos no nascimento da Júia, ficava impossível de ser feito!!!
Na verdade acho que nunca pensamos no pior e que um dia realmente a nossa Jujuba iria precisar de algo assim... Resolvemos estão na época usar o dinheiro que usaríamos para isso em outras coisas para o enxoval dela... Mas a realidade foi diferente, e se tivéssemos colhido o seu sangue do cordão umbilical no seu nascimento, estaria hoje bem mais tranqüila, mesmo com a possibilidade de nunca usá-lo, só esperando as pesquisas avançarem....
É algo a se pensar para um próximo filho que eu venha a ter... No futuro, pode estar aí a solução para o diabetes da Jujuba... Quem sabe não é?!?!?!?!
No link acima está a reportagem da Tv Local sobre isso...

terça-feira, 8 de março de 2011

Feliz dia da Mulher doces guerreiras!!!!!

Ainda em tempo....


Feliz dia da mulher para minhas doces mães-amigas  que sempre se mostram guerreiras e dispostas a lutar por uma qualidade de vida melhor para seus filhotes,  para minhas amigas docinhos que estão sempre preocupadas com sua saúde  e  para as pequenas docinhos que desde tão novinhas se mostram até mais guerreiras que suas próprias mães!!!!!!!!
Parabéns pelo dia e pela força de todos os dia!!!!!

Nova amiga Maine....

Chegando antecipadamente do carnaval, me deparo com esse e-mail lindo em minha caixa de entrada...

Maine tem apenas 13 anos e olha a maturidade com a qual escreve....

Oi Carolina, muito prazer.
Eu tenho 13 anos e a 3 convivo com a diabetes tipo 1.
Fiquei muito emocionada em ver a trajetória da sua pequena Júlia e o seu esforço para ajuda-lá, sei que é de grande valor toda a sua dedicação. Parabéns pelo blog, através dele e da sua iniciativa você consegue ajudar muitas pessoas, pois a informação é algo muito importante para quem tem essa doença.
Eu por exemplo, encontrei aqui muitas coisas que eu não sabia e que a partir de agora vou colocar em pratica no meu dia a dia. A diabetes é um problema que não impede a pessoa de fazer coisas normais, porém exige-se atenções especiais, eu não me considero uma pessoa DOENTE.
Eu prefiro pensar assim: Eu sou uma menina normal, porém devo respeitar as minhas limitações. E assim eu vou vivendo, com essa correria: insulina 4 vezes ao dia, exames de glicemia capilar varias vezes ao dia, alimentação controlada,hipo e hiper glimecia, mas eu nunca desanimo, pois eu tenho a ajuda dos meus amigos, das minhas professoras, familiares, e acima de tudo, o apoio dos meus pais, que também não medem esforços para me ver feliz. Eu amo viver, isso basta. É dificil para mim e imagino então para a Julia, mas a gente aguenta.
 Que você, o seu marido, e a sua linda filhota saibam sempre superar os obstáculos da longa caminhada da vida, e que acima de tudo, a felicidade reine em seu lar. novamente, Parabéns, você é uma grande mulher, e a sua filha, uma doce jujuba diet hehehe.
A vida as vezes coloca em nossos caminhos ...muros, obstáculos, e barreiras... onde devemos lutar, tentar e finalmente conseguir vence-los. Então lute, e nunca desista dos seus sonhos e objetivos, um simples problema não é capaz de estragar a sua vida.
 Um grande abraço, e o meu muito obrigado!
Maine.


Ô maine, o prazer é todo nosso de ter um docinho como vc em nosso convívio!!!!! Obrigada pelo e-mail e por passar a fazer parte de nossas vidas!!!!!! Um beijão!!!! 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cor, alegria e fantasia. Como preparar os pequenos para a grande folia

Na hora de procurar a fantasia mais adequada para a criançada, os pais não podem esquecer alguns cuidados básicos. Não basta escolher trajes alegres e brilhantes ou optar pelos personagens favoritos dos filhos. Segundo o presidente da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro, Dr. Edson Liberal, a preocupação maior deve ser com o conforto e com a saúde dos pequenos. 

Segundo Edson Liberal, a primeira dica é pensar que em todo o Brasil está muito calor. Então, a recomendação é usar uma fantasia leve e que cubra uma menor parte possível do corpo. "Nada de fantasias pesadas. Se a criança veste uma roupa que cobre todo o corpo tende a transpirar mais, perder mais suor, e a possibilidade de desidratar com esse calor é muito grande", completa. 

Ou seja, vestidos e macacões de manga comprida não combinam com calor. A Preferência deve ser por vestimentas mais frescas. Por isso, o ideal é evitar tecidos sintéticos, que não permitam a pele "respirar", deixando a criança mais acalorada. Além disso, tecidos como lycra, nylon e cetim, tingidos com muita coloração, podem desencadear irritações na pele, que podem ser transformadas em feridas e machucados doloridos em curto prazo. 

O pediatra também destaca que é importante evitar maquiagens e pinturas que possam irritar e causar alergias nos pequenos. Os pais devem optar por maquiagem hipoalergênica ou pintura de rosto atóxica, apropriada para uso em crianças. Ao chegar em casa após a folia, a dica é hidratar bem a pele da criança após o banho, para evitar irritações. 

Na hora de escolher o calçado, a indicação são os tênis, as sandálias e os sapatos baixos ou até mesmo botinhas confortáveis, que dêem boa sustentação aos pés e evitem as desconfortáveis bolhas. 

E para a criança não se perder, a orientação é os pais colocarem uma identificação na fantasia com nome e telefones para contato. 



quinta-feira, 3 de março de 2011

Bom carnaval para todos!!!!!!!

Jujuba e seus coleguinhas hoje
sairam da escola assim!!! Linda!!!
Antibiótico terminado!!!! Finalmente!!! Já estava cansada de tantos medos de hipoglicemias!!! E isso num carnaval, ninguém merece!!!!!!!

A partir de amanhã, gradativamente voltaremos para a rotina de insulinização...  Iremos aumentar a insulina aos poucos, vendo como o organismo dela irá se comportar!!!!

Pena que esta "volta à rotina" coincidiu exatamente com uma saída total de rotina que é uma viagem de carnaval... Mas tudo se ajusta!!!!! O que importa realmente é viajarmos juntos, nos divertindo pra valer!!!!! O resto corremos (com muita monitorização) atrás!!!!!

Bom carnaval para toooodos!!!! 
Aproveitem bastante, mas nunca esquecendo que DIABETES NÃO TIRA FÉRIAS!!!!!!!!
Cuidem-se!!!!!!!!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Jujuba com Hipoglicemia

Já que na hora de uma hipoglicemia, toda "doce mamãe" parece ter o poder de voar, de ler pensamentos e de ter 10 mãos funcionando ao mesmo tempo, arrumei uma pra poder tirar uma fotinho da Jujuba numa hipo severa... 
Essa foi de sexta feira passada...  Na hora da foto, já tinha medido a glicemia (estava 37) e já estava no terceiro sachêzinho de mel na boca...... Em 15 minutos ela já estava nova.....

Só o Blog mesmo para me fazer ter vontade de tirar uma foto dessa...... Hehehehehe.... Tudo pela informação!!!!!

Detalhe para os sintomas: Ela esta bem "choroninha" e "suando em bicas"!!!!!


terça-feira, 1 de março de 2011

A consulta ideal

Hoje é dia de consulta com a endócrino-pediatra da Júlia... Vamos ver quais serão as novidades que a querida Tia Susana terá para Jujuba dessa vez....

A escolha do médico é algo muito pessoal e a opinião sempre muda de pessoa para pessoa...

Nós escolhemos muito bem a nossa companheira de luta, Susana e é dela que vem muito de nossas boas energias e forças...

Então achei essa reportagem bem interessante e compartilho com vocês....

Amanhã posto as novidades da consulta....

Existe coisa mais decepcionante do que sair do consultório médico com as mesmas ou mais dúvidas do que entrou? Ou pior ainda: deixar o consultório com a receita médica na mão e não entender por que precisa utilizar insulina ou qualquer outro medicamento? 
 Quando isso acontece, há algo errado na relação entre médico e paciente. É o que garante o cardiologista Protásio Lemos da Luz, diretor da Unidade de Aterosclerose do InCor-HC e autor do livro “Nem só de ciência se faz a cura” (Editora Atheneu). “O paciente só deve sair do consultório quando souber exatamente o que fazer e por quê”, ressalta. “No caso do diabético, é importante ouvir explicações detalhadas para dimensionar a seriedade das conseqüências associadas à doença e ter uma idéia bastante precisa de como se tratar para evitar estas complicações”.

A escolha
O primeiro passo para uma boa consulta é escolher criteriosamente o médico que irá atendê-lo. Segundo Protásio da Luz, a formação é a mais importante referência. “Especialidades e pós-graduação são títulos que dão credibilidade.
Essas informações são facilmente obtidas pela internet”, diz ele. Outra dica é confi ar no boca-a-boca. “As indicações de conhecidos são úteis, pois costumam ser fiéis e sinceras”.
Os critérios de escolha também valem para os que procuram o médico pelo livro do convênio. Se ele não agradar, o portador de diabetes pode e deve ouvir outro especialista do convênio até achar o mais adequado. “O mesmo procedimento serve para o SUS (Sistema Único de Saúde)”, garante Protásio da Luz.
A consulta
Pronto, escolhido o médico e marcada a consulta, chegou a hora de saber como se portar dentro do consultório.
“O paciente deve informar, corretamente, tudo o que o médico perguntar e eventualmente o que ele não perguntar”, enfatiza o cardiologista do InCor-HC. A consulta médica se baseia em grande parte no histórico familiar e nos sintomas do paciente, mas nem por isso as pessoas precisam se preocupar com termos técnicos. “Quem tem que saber termos técnicos é o médico, o paciente é leigo e deve se preocupar apenas em passar a informação completa e precisa”. Se o paciente se sentir mais seguro pode levar um roteiro com dados importantes do seu dia-a-dia, como variações de índices glicêmicos, ocorrência de cansaço, dores e tonturas, periodicidade de vezes que urina, detalhes da dieta alimentar e, principalmente, a freqüência e a intensidade dos exercícios.
Muitas vezes as pessoas levam um parente na consulta, o que não é nenhum problema desde que o acompanhante não atrapalhe a conversa entre o médico e o paciente. “Mais de um acompanhante só complica o atendimento e, às vezes, o paciente pode ficar inibido com muita gente”, ressalta o médico. No caso de crianças, em compensação, a presença dos pais é fundamental.
A linguagem
A consulta não deve ser um monólogo e sim uma troca de informações. É importante que o médico esclareça as dúvidas do paciente e use linguagem acessível ao leigo. O paciente pode e deve questionar o médico quando não entender algo. Ele só precisar tomar cuidado para não confiar em informações incorretas, muitas vezes divulgadas pela mídia, e nos mitos sobre a doença.
“Siga o tratamento recomendado pelo médico e, se a conduta sugerida pelo especialista não estiver dando os resultados esperados, ouça uma segunda opinião”, insiste Protásio.
Para ele, uma boa consulta demora, em geral, de 30 minutos a 1 hora. No entanto, no SUS e nos sistemas oferecidos pelos convênios nem sempre isso acontece. As consultas geralmente são bem mais rápidas porque as salas de espera estão lotadas e o paciente se sente inibido para perguntar.
Resultado: sai do consultório cheio de dúvidas. “Infelizmente essa é uma limitação do sistema de saúde pública e dos convênios. Uma maneira de enfrentar isso é fragmentar o total de perguntas e tentar esclarecê-las aos poucos, levando as dúvidas a cada retorno”, aconselha ele.
A relação
Para que o tratamento seja um sucesso, é preciso estabelecer uma relação de simpatia, confiança e honestidade com o médico. O especialista assegura que, se o paciente tiver a informação correta sobre a natureza da doença, as conseqüências dela e o porquê de determinados tratamentos a aderência dele ao tratamento aumenta. “O paciente precisa sair do consultório convencido do que tem de fazer porque existem razões para aquilo”, destaca o médico. “No caso do diabetes, que é uma doença a longo prazo, é preciso esclarecer que mudar o estilo de vida é fundamental. O tratamento engloba exercício físico, dieta alimentar e medicação”.
Visitar periodicamente o médico é outro aspecto importante no tratamento do diabetes. O paciente não pode ficar na dependência de sintomas, pois o diabetes é uma doença “silenciosa”. Quem determina a periodicidade das visitas é o próprio médico e, claro, a situação clínica do paciente. “Só não deixe passar de um ano”, alerta o especialista.
Contar com uma equipe multidisciplinar, que inclui endocrinologista, nutricionista, psicólogo e preparador físico, é sempre mais indicado. No entanto, muitas vezes o paciente não tem tempo nem condições financeiras de visitar todos os especialistas. Isso não é necessariamente um problema: um bom endocrinologista pode conduzir o tratamento sozinho e, caso ele sinta necessidade de indicar um nutricionista ou psicólogo, irá fazê-lo.
A avaliação
A consulta médica terminou e agora é preciso avaliar se ela foi boa ou não. De acordo com o cardiologista Protásio da Luz, o paciente deve avaliar se o médico se interessou pelo caso, se é seguro, se colocou-se à disposição do paciente e, lógico, se a evolução do tratamento está sendo positiva.
Em suma, é importante verificar se o índice glicêmico vem baixando com o tratamento proposto pelo médico e se ele saiu do consultório convencido dos motivos que exigem dele dieta alimentar, exercício físico e aplicações de algum tipo de medicamento.
Dicas para avaliar um médico
• Competência: em casos simples de diabetes, qualquer clínico consegue tratar o paciente. Em casos mais complicados, o médico não-especialista vai ter certas dificuldades. Em relação a diagnóstico e tratamento do diabetes, mudanças de conceitos acontecem com freqüência e apenas especialistas são mais preparados para enfrentar essas situações.
• Humanismo: para fazer medicina clínica é preciso gostar de gente. O médico tem que juntar a parte científica com o lado humano. Cada paciente que entra no consultório tem suas particularidades, ou seja, tem temperamentos, personalidade e expectativas diferentes. O médico precisa compreender isso também.
• Disponibilidade: atendimento médico é um compromisso com o paciente e isso não se prende a calendário nem horário. As pessoas precisam do médico em diferentes circunstâncias e horas do dia. O médico tem que se colocar à disposição do paciente.



Fonte: Editora Lua - Sabor & Vida Diabéticos